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    (3)ANASP_Newsletter_25 a 26junho

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    (3)ANASP_Newsletter_25 a 26junho

    Mensagem por ANASP

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    Quarenta anos depois, o Expresso foi à procura das últimas bandeiras de Portugal a serem arriadas nos seis territórios que foram alvo de descolonização durante o ano de 1975. Quatro estão em dois museus - o Militar e o da Presidência da República -, mas apenas uma, a que foi baixada em Moçambique (completam-se 40 anos esta quinta-feira), está exposta permanentemente. Uma encontra-se nas mãos de particulares. E da que estava em Timor-Leste desconhecia-se o paradeiro - mas que o Expresso irá revelar na próxima edição semanal...

    NA CABECEIRA DA CAMA DO ÚLTIMO GOVERNADOR DA GUINÉ

    Comecemos pela primeira em termos cronológicos: a que estava no Palácio do Governo, na Guiné. Após o acordo de Argel, celebrado com o PAIGC, Portugal reconheceu, de jure, a 10 de Setembro de 1974, a independência da Guiné-Bissau - que já havia sido declarada mas de forma unilateral a 24 de Setembro do ano anterior, na região de Madina do Boé. O governador, coronel Carlos Fabião, manteve-se em Bissau até às primeiras horas de 14 de outubro. A bandeira foi arriada e recolhida ao pôr-do-sol de dia 13 pelo capitão da Força Aérea Faria Paulino, que a entregou ao governador. Fabião trouxe-a para Lisboa e guardou-a, juntamente com mais duas bandeiras, à cabeceira da cama – até morrer, em 2006. A viúva e os filhos do general doaram os três panos ao Museu Militar, que as recebeu em 2010. Mas só no âmbito da pesquisa feita pelo Expresso é que os serviços daquele museu apuraram o historial de cada uma. 

    CABO VERDE: “UM PEQUENO TESOURO”

    A de Moçambique foi para Lisboa com o alto-comissário, almirante Vítor Crespo, logo após ter sido arriada na cerimónia de independência, realizada a 25 de Junho de 1975 no estádio da Machava, em Lourenço Marques (actual Maputo). Foi entregue, juntamente com a salva de prata em que fora transportada, no Museu Militar. É a única que está exposta, juntamente com a salva, em permanência, na Sala das Bandeiras.

    A de Cabo Verde foi a primeira a ser enviada para este Museu. A independência foi a 5 de Julho; no mês seguinte, o então tenente-coronel Amílcar Morgado, chefe de gabinete do último alto-comissário, almirante Almeida d’Eça, fê-la chegar a Santa Apolónia. “Perdida” durante décadas nas imensas reservas do principal museu português de carácter militar, só agora foi identificada, juntamente com o ofício que certificava a sua entrega. “Um pequeno tesouro”, foi como o atual director do Museu, coronel Luís Albuquerque, saudou a descoberta. 

    NINGUÉM QUERIA A BANDEIRA VINDA DE ANGOLA

    Arriada pelo então capitão Oliveira Patrício na independência de São Tomé e Príncipe, a 12 de Julho de 1975, a bandeiras das quinas ficou nas mãos do último alto-comissário, coronel Pires Veloso. Em 2008, quando o general e ex-candidato a Presidente da República publicou as suas memórias (“Vice-Rei do Norte”), escolheu para capa uma fotografia sua ao lado do estandarte, que conservava na casa do Porto. Pires Veloso faleceu no ano passado e a bandeira permaneceu na casa familiar. O filho António Pires Veloso pensa doá-la a uma instituição que lhe assegure “a sua conservação com dignidade e visibilidade”

    A bandeira das quinas flutuou pela última vez em África no dia 10 de novembro. Desceu do mastro da Fortaleza de S. Miguel, em Luanda, horas antes de os três movimentos de libertação declararem, cada um na sua cidade, a independência de Angola. Quando chegou a Lisboa, o alto-comissário, almirante Leonel Cardoso, contactou com várias instituições, militares e civis, tendo-se queixado que “não havia ninguém que a quisesse receber”… Acabou por a entregar pessoalmente ao Presidente da República, Ramalho Eanes, que, por seu turno, a enviou para o Museu da Presidência – onde aliás pensa que deveriam estar todas as bandeiras oriundas das antigas colónias. Pano com 2,6 metros de comprido, as suas dimensões levam a que não esteja em exibição permanente. 

    TIMOR: ONDE ESTÁ A BANDEIRA DE DÍLI?

    Ignora-se quem arriou a bandeira do mastro do Palácio das Repartições em Díli, a 28 de Novembro de 1975, quando a Fretilin declarou unilateralmente a independência de Timor-Leste. Como se ignora se aquele símbolo da colonização portuguesa foi conservado, onde e em que condições. Muito provavelmente, a chave do mistério encontra-se na Indonésia, que a 7 de Dezembro invadiu Timor, para uma sangrenta ocupação de 24 anos. A última bandeira que esteve içada em instalações da Marinha portuguesa foi recolhida pelo então capitão-tenente José Leiria Pinto, que, quando a guerra civil entre a Fretilin e a UDT se tornou insuportável, a levou para a ilha de Ataúro. O agora almirante Leiria Pinto conserva a bandeira consigo – tendo voltado a hasteá-la em sua casa, como o faz todos os anos, no passado 10 de Junho.
    [size=20]Fonte : 
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    O Exército, através do Regimento de Artilharia Antiaérea Nº1 e do Centro de Tropas Comandos iniciou, em 01 de Junho do corrente ano, ao abrigo do protocolo celebrado entre o Exército e a Câmara Municipal de Sintra, as acções de patrulhamento de prevenção de incêndios na Serra de Sintra. As acções decorrerão de Junho a Setembro.

    Este tipo de parceria ilustra uma das missões do Exército, nomeadamente o apoio ao desenvolvimento e bem-estar das populações, zelando pela salvaguarda do património natural numa época do ano que justifica maior prevenção, por forma a preservar os recursos florestais do país. ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])



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    O Exército, através do Regimento de Lanceiros N.º2, deslocou-se ao Joint Multinational Readiness Center, em Hohenfells, na Alemanha, com o intuito de aprontar as forças internacionais que ali se encontram a realizar a rotação para o Teatro de Operações do Kosovo.

    A formação “Fire Phobia”, ministrada por uma equipa de 7 militares, decorreu de 14 a 19 de Junho e consistiu numa demonstração e reacção a agentes incendiários, vulgo "cocktail molotov", tendo sido dada formação a cerca de 400 militares de países como os Estados Unidos da América, Roménia, Moldávia e Albânia.

    No final, os Comandantes das várias subunidades mostraram o seu agrado pela forma exemplar e profissional como decorreu o “Fire Phobia”. ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])



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    A Força Nacional Destacada em missão na Lituânia, a Recce Coy/FND/AM2015, participou no exercício multinacional SABER STRIKE 2015, realizado no polígono de treino de Pabradés, Lituânia, no período de 08 a 18 de Junho de 2015.

    O exercício decorreu em duas fases distintas:

    ·      1ª Fase (08Jun-12Jun) – nesta fase, a Recce Coy contou com o apoio de um Pelotão de Engenharia e de uma Secção de Reconhecimento Lituanos, tendo sido treinadas tácticas, técnicas e procedimentos a nível do escalão esquadrão.

    ·      2ª Fase (13Jun- 17Jun) – nesta fase, a unidade de escalão esquadrão portuguesa integrada em unidades de outras nações, participou em duas Operações Ofensivas, conduzidas em apoio mútuo com Forças lituanas, Norte-Americanas, Eslovenas e Alemãs.

    O exercício constituiu uma experiência muito positiva para os militares da Recce Coy, que tiveram oportunidade de trabalhar lado a lado com militares de outras nações, fomentando não só a troca de experiência e conhecimentos, mas também um forte espírito de camaradagem entre os militares dos países NATO participantes.

    A dimensão do exercício e todo o cenário criado, permitiu à Força treinar mais uma vez as suas capacidades operacionais dando provas, uma vez mais, da sua prontidão e capacidade de adaptação na realização de todas as tarefas que lhe sejam atribuídas. ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])



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    O Chefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares, Vice-Almirante Fernando Manuel M. Pires da Cunha e o Comandante do Regimento de Cavalaria nº 6, Coronel de Cavalaria Rui Manuel da Silva Ferreira, visitaram a Recce Coy em missão na Lituânia, no período de 18 a 19 de Junho de 2015.

    No primeiro dia, o Vice-Almirante Pires da Cunha e o Coronel Silva Ferreira, deslocaram-se àMechanized Infantry Brigade Iron Wolf, sediada em Rukla, a fim de estarem presentes no Distinguished Visitors Day (DVD) do Exercício SABER STRIKE/IRON WOLF 15. Em Rukla, tiveram oportunidade de assistir a uma demonstração táctica que envolveu meios terrestres e aéreos de todos os países participantes no exercício, tendo Portugal participado com um Pelotão de Reconhecimento.

    No segundo dia, as entidades visitantes deslocaram-se a Pabradés, onde se encontra a Recce Coy desde 06 de Junho de 2015, onde tiveram a oportunidade de assistir ao exercício de fogos reais da Recce Coy. No final, o Vice-Almirante Pires da Cunha dirigiu algumas palavras aos militares felicitando-os pelo seu desempenho durante a permanência da Força na Lituânia, registando a sua visita através da assinatura do Livro de Honra da Força.

    O sentimento de reconhecimento que a Força tem sentido em todas as ilustres visitas que tem recebido, tem-se reflectido numa vontade de fazer cada vez mais e melhor em nome das Forças Armadas e de Portugal. ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])



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    Dezenas de oficiais das Forças Armadas, reunidos ontem num hotel lisboeta, alertaram os portugueses para a degradação das instituições militares, devido a diversas medidas governamentais, comprometendo “missões de soberania, face a possíveis cenários de grande incerteza”.

    “Consideramos ser um dever inadiável trazer a público estas posições porque para os militares o dever de lealdade para com o poder legítimo não deve, nem pode, sobrepor-se ao dever de fidelidade para com a instituição militar e para com o país”, lê-se na declaração final.

    No documento, exortam “todos os responsáveis no âmbito da Defesa Nacional e das Forças Armadas” a impedir “que a gravidade se torne irreversível e possa pôr em perigo a solidez e a estabilidade” para garantir “missões de soberania, face a possíveis cenários de grande incerteza”.

    Diversos ex-chefes dos Estados-Maiores dos três ramos das Forças Armadas (FA) marcaram presença – Loureiro dos Santos, Pinto Ramalho ou Melo Gomes -, entre outras altas patentes como o general Mourato Nunes ou o coronel Vasco Lourenço, presidente da Associação 25 de Abril, num jantar que contou com uma mensagem de apoio do general e antigo presidente da República Ramalho Eanes.

    Estes oficiais “repudiam o discurso laudatório da actual tutela política relativamente às medidas que sucessivamente têm vindo a ser tomadas para com as FA e os seus servidores militares, militarizados e civis, apresentadas como reformas estruturantes, mas que não têm sido mais que acções avulsas, cujo efeito tem sido o degradar da instituição militar”.

    Na declaração, salientam que o Governo tira “partido de forma iníquo do sentido do dever, disciplina e profissionalismo dos militares” para um “repetido anúncio” de “clima de satisfação e tranquilidade que só na aparência existe”.

    “A actual acção governativa, pretendendo justificar a necessidade de medidas que toma com a situação de emergência económico-financeira que o país vive, ignora deliberadamente que as Forças Armadas são a instituição que mais se reformou, desde a instauração do regime democrático, em 1974″, continua o documento.

    Os oficiais das FA defendem que “o poder político não pode ser exercido apenas para justificar, arrogantemente, medidas e soluções tidas como únicas, o que em democracia não é aceitável”.

    “Ao invés, reivindicamos que reconheça, de facto, que o que é diferente deve ser tratado de forma diversa, tal como, afinal, tem acontecido em relação a outras carreiras especiais do Estado”, afirmaram.

    Os militares reunidos “alertam para uma acção governativa que, em relação às FA, se tem traduzido por um conjunto de decisões, apelidadas de ‘Reforma 2020′, materializadas pelo cancelamento da maioria dos programas de modernização”, por “menos recursos humanos e materiais”, “menos capacidades” e até “menores graus de prontidão, com realce para os meios aéreos e navais dedicados às regiões autónomas”.

    Hoje mesmo, o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, desvalorizara o encontro, após um Conselho de Ministros que aprovou 12 diplomas, incluindo novas leis orgânicas e dos vários ramos das FA, bem como uma actualização do regime remuneratório dos militares, além do já publicado e contestado novo Estatuto dos Militares.

    O membro do executivo da maioria PSD/CDS-PP considerou que os oficiais “sempre estiveram contra” a reforma realizada no sector e que “é a democracia a funcionar”.

    José Pedro Aguiar-Branco afirmou não ser uma “novidade a existência desse grupo de oficiais” e referiu que “é um segundo jantar que acontece” em cerca de dois anos.

    “É um conjunto de oficiais que sempre estiveram contra a reforma que nós levámos a cabo. Em democracia, é normal e é legítimo que haja quem pense diferente. Portanto, não atribuo um valor nem um significado especial. Acho que é a democracia a funcionar”, concluiu. ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])

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    O Governo aprovou esta quinta-feira doze diplomas no âmbito da Defesa Nacional, incluindo novas leis orgânicas deste ministério, dos seus organismos internos e dos ramos das Forças Armadas e uma actualização do regime remuneratório dos militares.

    Em conferência de imprensa, no final do Conselho de Ministros, o Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, disse que o regime remuneratório foi adaptado à "nova realidade resultante da reestruturação das Forças Armadas", com a criação de novos postos, sem "aumento dos encargos com o orçamento para pessoal".

    No que respeita ao abono de despesas de representação dos militares, José Pedro Aguiar-Branco adiantou que há "uma diminuição de 22 dos cargos que passam agora a estar, em relação aos anteriores, abonados com essas despesas de representação".

    O Ministro da Defesa referiu que "os decretos regulamentares dos ramos das Forças Armadas não eram revistos e actualizados desde 1994, ou seja, há mais de 20 anos" e assinalou que foi "pela primeira vez aprovado um decreto regulamentar do Estado-Maior-General das Forças Armadas".

    Aguiar-Branco afirmou que, com os diplomas aprovados esta quinta-feira, "marca-se a conclusão dos trabalhos da reforma da Defesa Nacional, a chamada reforma 2020, feita em conjunto com as chefias militares, para os militares".

    O objectivo desta reforma foi criar "um modelo sustentável para a Defesa Nacional, de forma a também aumentar a capacidade operacional das Forças Armadas", acrescentou o ministro.[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]



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    Na primeira sessão de trabalhos da reunião de ministros da Defesa da Aliança Atlântica, foi concretizada a decisão tomada na cimeira de Gales de transformar a resposta da NATO mais pronta, rápida e eficaz reforçando assim a capacidade da força, numa altura em que as atenções estão direccionadas para o conflito na Ucrânia e para as consequentes relações com a Rússia. Em declarações aos jornalistas o ministro da Defesa Nacional afirmou que foi também “reforçada a visão” de que será dada a mesma atenção às ameaças do flanco sul da Europa.

    No final da reunião, que decorreu no Quartel-General da NATO, José Pedro Aguiar-Branco assegurou que “Portugal tem defendido que é necessário reforçar a dimensão da capacidade marítima”, a sul, para efeitos de vigilância e também de resposta às ameaças que daí vêm, nomeadamente do auto-proclamado Estado Islâmico.

    O ministro da Defesa Nacional referiu ainda que nesta sessão de trabalhos “também houve a oportunidade de reforçar a importância do exercício de alta visibilidade, o «Trident Juncture», que vai acontecer no mês de Outubro” próximo, e que Portugal vai acolher, juntamente com Espanha e Itália.

    Referindo que o exercício “irá ter uma grande visibilidade” e constituirá “uma demonstração da capacidade da NATO de responder a situações de ameaça a grande escala”, o governante considerou que se trata de algo que também “reforça a importância de Portugal no contexto da NATO”.

    Já o secretário-geral da Aliança, em conferência de imprensa, declarou que o reforço da força de resposta da NATO acordado entre os aliados abrange meios aéreos, marítimos e componentes de operações especiais e consistirá num aumento dos actuais 13 mil efectivos para 40 mil. ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])
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    25 junho 2015 

    O IDN editou o nº33 da Coleção Atena, intitulado “Segurança e Desenvolvimento União Europeia-África: o Caso da Guiné-Bissau”, da autoria da Luís Eduardo Saraiva.

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    O ministro da Defesa Nacional cumpriu hoje uma visita oficial de 24 horas a Cabo Verde.

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    Foram aprovadas novas leis orgânicas dos organismos internos e dos ramos das Forças Armadas e uma atualização do regime remuneratório dos militares.

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    A instalação de duas câmaras hiperbáricas estará concluída em setembro.



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