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    PALAVRAS PARA QUÊ???

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    Presidente

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    Data de inscrição : 18/07/2009
    25082009

    PALAVRAS PARA QUÊ???

    Mensagem por Presidente

    RESPOSTA DO "DIRECTOR" DA EMPRESA "COMANSEGUR" A UMA TENTATIVA DE DIALOGO POR PARTE DA ANASP

    Prezado Senhor,



    Chegaram às nossas mãos graves denúncias de irregularidades acompanhadas por provas ir refutáveis referentes à empresa “Comansegur”.

    O envio das mesmas já havia sido anunciado Publicamente por um usuário do nosso Fórum devidamente identificado. Porque a ANASP não participa em estratégias de perseguição a nenhuma entidade, simplesmente nos limitamos a defender a dignidade do sector, antes do encaminhamento do processo para as entidades competentes, sugiro uma reunião a fim de esclarecer a situação!

    Entendam esta nossa atitude como um acto de boa vontade e tentativa de abertura a uma cooperação valida.

    RICARDO VIEIRA

    (Presidente da direcção)







    RESPOSTA DO DIRECTOR DA COMANSEGUR



    “Bom dia,



    Tendo em conta o vosso lamentável comportamento em relação a esta empresa em situações anteriores, e por não lhe reconhecermos a si ou à associação que dirige poder representativo do sector, informamos que esta empresa se reúne apenas com as entidades representativas do Sector, nomeadamente o STAD, ou com as entidades oficiais, ACT, Tribunais, PSP, etc…

    Somos uma empresa com um passado que fala por si, sempre trabalhamos dentro da legalidade, nomeadamente na posse dos respectivos Alvarás, e os nossos funcionários sempre estiveram ao serviço desta empresa com a devida autorização do MAI.

    Até à presente data não tomou esta empresa nenhuma medida em relação à vossa associação, informamos porem que não admitimos que voltem a colocar em causa a nosso Bom Nome ou a nossa Marca, pelo que se entendermos que o estão a fazer nos veremos forçados a agir nos locais próprios de forma a sermos compensados pelos prejuízos causados.

    Esta empresa porem não fecha as suas portas ao diálogo seja com quem for, não nos prestamos é a tentativas de promoção pessoal, pelo que se desejar falar com a nossa empresa, estaremos sempre de portas abertas para o receber, mais informo que se pretender pode colocar as suas perguntas por escrito, teremos todo o gosto em lhe responder, desde que as questões não se enquadrem no sigilo profissional a que estamos obrigados

    Se tem denuncias graves em relação à nossa empresa sugiro que como todos os cidadãos deste pais, informe e as autoridades competentes, pois teremos todo o gosto em responder nos locais próprios a todas as solicitações que essas autoridades nos façam, pois até à data sempre que nos interpelou constatamos que em nenhuma das situações teve razão, lembro o que se passou em relação a cópias do cartão profissional, entre outros.

    Atenciosamente:

    Ivo Carvalho, (Engº)

    Director de Segurança”



    CONCLUSÃO DA ANASP



    Esta resposta lamentável, é demonstrativa da arrogância e prepotência de alguns “directores” do nosso sector!

    As referidas denuncias e respectivas provas irão seguir para todas as entidades com responsabilidades na matéria (PSP, GNR, MAI, ACT, e todas as Bancadas Parlamentares), se a situação o exigir, até para o Gabinete da Presidência da República!

    Como todos muito bem sabem, a ANASP não se intimida facilmente, iremos até onde for necessário para defender a dignidade do sector e dos seus profissionais. Pedimos a todos os ASP que continuem a denunciar as ilegalidades de que tenham conhecimento, sejam elas praticadas por esta ou outra empresa, só desta forma iremos ajudar a dignificar a segurança Privada em Portugal!

    Esta mentalidade é tudo menos o que nós enquanto profissionais necessitamos!!!!!!



    Comissão de Ética
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    avatar

    Mensagem em Ter 25 Ago 2009, 13:27 por bravolimaportugal

    Boa Tarde

    Ao ler esta resposta da empresa em questão, demonstra não só vontade nem coragem de enfrentar os problemas que são apresentados. Se olhar então como diz o Engº Ivo para o passado teremos então de olhar para muitos outros problemas existentes nessa empresa, mas isso aos ASP não diz respeito mas sim ás entidades competentes que espero resolvam os problemas existentes e não se deixem intimidar com a arrogância de alguns "directores" que continuam a denegrir o sector e o "posto" de Director, que quase sempre, por actitudes como esta são sempre os maus e todos levam pela mesma medida.

    E termino dizendo

    PALAVRAS PARA QUÊ ? QUE AS AUTORIDADES CUMPRAM O SEU DEVER.

    Bruno Leite
    avatar

    Mensagem em Ter 25 Ago 2009, 20:20 por Presidente

    ________________________________________
    +
    ----


    Ao efectuar uma visita a um Fórum amigo da ANASP no qual eu havia colocado a situação referente à “Comansegur”, não pôde deixar de ler atentamente o comentário de um usuário e achei muito importante coloca o mesmo neste nosso espaço.
    Sugiro a leitura atenta para que se saiba de quem estamos a falar!


    ARTIGO

    -
    “Boa tarde,
    Como membro deste fórum, ao ler a resposta do Sr. Director da Comansegur, deixa me bastante intrigado, porque de certo a dita Empresa deve cumprir as Leis, mas não deste País.
    - Desde quando um Vigilante, não têm direito às horas extras durante os primeiros 5 ou seis meses.
    - Desde quando um Vigilante, têm de pagar 178€ pela farda, mesmo antes de começar a trabalhar e quando deixa de ser colaborador da Empresa fica com a farda (Deve ser para museu)
    - Desde quando escalas de 6 dias com dois dias de folga numa portaria de 24horas é legal. É só fazer a média anual e ver que ultrapassa as 40 horas semanais impostas pela lei. Se ainda fizessem o pagamento com base nas 173,33horas mensais e o restante como extra tudo bem, mas não pagam nem mais um tostão, para além da base.
    - Vigilantes que se deslocam para ir fazer a Viagem Medieval - Sta. Maria da Feira, e serem pagos a 2 Euros/hora. Pois levam a 7€/hora ao Cliente, pois quem paga é sempre o desgraçado do Vigilante.
    - Desde terem Chefes que dizem nos Clientes que quando necessitam de funcionários vão á Barra e arranjam meia dúzia de pescadores.

    Posso ainda aqui relatar um caso específico que conheço muito bem.
    A Comansegur, admitiu um Vigilante no inicio de Maio, o referido Vigilante assinou um contrato de um do qual se negaram a dar a cópia.
    Trabalhou Maio, Junho e no inicio de Julho informaram-no por escrito (Numa folha de Relatório) que iria de feria até ao dia 15. (Após dois meses de trabalho quinze dias de férias, que grande Empresa)
    O pior estava para vir. No dia seguinte recebeu uma carta em casa denunciando o seu contrato, a partir do dia 15 desse mês.
    Se mandaram o Vigilante de férias o problema é da Empresa, mas que tinham de pagar até ao dia 15 ai isso tinham, mas como é da praxe, não pagaram nada.
    Apesar de serem só dois meses e meio, o vigilante têm direitos (proporcionais de sub. Férias; mês de férias; sub. Natal) para além das horas extras que fez e não recebeu.
    Como se não bastasse ainda pagou a farda (178€). Ficou com ela, deve ser para museu.

    Se quiser mais situações, posso descreve-las pois o que não falta na região é pessoas que já tenham saído da Comansegur e todos Eles têm uma historia para contar:
    Desde, não suportarem o Chefe,
    Desde, saírem para não terem que agredir o Chefe pois o mesmo faz-lhes a vida negra.
    Para além de todas as situações com os ordenados.
    Quantos Vigilantes já foram á Sede, para falar com Sr. Godinho e na frente do mesmo denunciaram os seus contratos, para não estragarem a vida por causa de chefe.

    Entre muitas outras situações, que poderia aqui relatar.

    Por isso resta-me apenas dizer Sr. Engenheiro.
    A humildade fica bem a todos e muito mais aqueles que têm telhados de vidro.

    MIKE CHARLIE”

    Mensagem em Ter 25 Ago 2009, 22:43 por Convidad

    Infelizmente estas trocas de "mimos" são frequentes neste sector.

    No caso do Director da empresa, o facto é que não se nega ao diálogo e tem a prerrogativa de não reconhecer a ANASP ou outra qualquer Associação, pois não são associações de empresas, mas de empregados.

    Também não sabemos se o Sr. Director em causa reconhece a sua Associação, a dos Directores de Segurança (ou se a conhece). Uma coisa estou certo, pelo que conheço das pessoas que estão à frente dessa Associação não creio que se revejam neste tipo de atitudes.

    Porém, esta é mais uma contenta que deriva da falta de muitas coisas no sector da Segurança Privada e que começa a tornar-se redundante e chato falar delas: a falta de fiscalização operacional e empresarial às empresas; a falta de brio profissional de alguns ASP; a falta de formação de todo o tipo em todos os sectores das empresas, etc. etc. etc.

    Duas das grandes lacunas na Segurança Privada (além das já descritas), são:

    - As Directorias e Chefias

    Se no caso dos Directores, qualquer um pode exercer essas funções desde que possua um curso superior ou similar, em qualquer área (desde Eng.º Agrónomos a Licenciados e Bacharéis em Psicologia), ou porque não conseguem encontrar mercado de trabalho nas suas áreas, ou porque não são profissionalmente qualificados, ou ainda porque escolheram mal o curso.

    No caso dos Chefes de Grupo e Supervisores a lei da promoção é sem dúvida a do compadrio. Aquela em que o individuo está sempre disponível para o Chefe e depois, quando chega lá, acaba por exigir um comportamento idêntico aos demais, pois o seu modelo de chefe é o daquele que o promoveu. Existem excepções, raras, mas existem, mais que nos Directores.

    - As condições mínimas

    Condições mínimas para ser ASP;

    Condições mínimas para prestar um serviço;

    Condições mínimas para cumprir uma missão;

    Condições mínimas de dignidade profissional.

    Enquanto quem está no sector não resolver este rol de deficiências, vamos assistir a estas trocas de acusações: de que as empresas isto e aquilo e os ASP isto e aquilo.

    As empresas furtam-se a pagar horas porque?

    Existem ASP que as fazem e não reclamam o seu pagamento.

    As empresas cobram as fardas porque?
    Os ASP, na sua maioria vêem nesta profissão uma tarefa de transição para algo melhor e não permanecem nas empresas o tempo suficiente para pagar a farda através da imputação de custos aos clientes.

    As empresas ficam a dever ao Estado e à Segurança Social porque?
    Não existe fiscalização adequada e qualquer um pode investir numa sociedade anónima (o resto sobres esta matéria fica para uma próxima intervenção).

    As empresas não reconheçam as Associações de ASP, porque?
    Porque representam poucos elementos face à quantidade de elementos credenciados e os ASP recusam-se determinantemente a criar um Sindicato exclusivamente representativo do sector, porque será?
    avatar

    Mensagem em Qua 26 Ago 2009, 09:35 por agengelica

    Peço desculpa ao Sr. Júlio Santos, mas discordo totalmente da ideia de que os ASP tenham IGUAL cota parte de responsabilidades no degradante estado deste sector!
    Veja-se a falta de espírito de liderança que demonstra este “Director”, todos sabemos que as empresas deste sector estão pejadas de crápulas arrogantes e sem carácter, ganham fortunas graças aos desgraçados dos ASP!
    Onde andam os órgãos reguladores e fiscalizadores?
    Onde andam os SINDICATOS?
    Onde estão os políticos?
    Li algures o MEDO de quem denunciou uma situação, ameaças contra a vida da pessoa?
    Mas que porcaria de País e de Sector é este?
    Não sendo do sector, tenho estado a tentar compreender a dinâmica do mesmo, uma dinâmica tenebrosa, opressora e absolutamente reprovável!
    Esta Associação tem sido a única a remar de forma “Louca” contra a maré, digo “Louca” por segundo o clima de intimidação é isso mesmo que é! Mas mais louca ainda porque muitas vezes defende quem os ataca, tenta cantar o “sermão aos peixes”!!!!
    Onde estão os pensadores do sector, os que opinam constantemente cá e lá, mas que no fundo não arregaçam as mangas e tentam pelo menos alterar esta porcaria?
    Cada novidade que vem a Público neste sector assusta mais que a anterior, empresa de ladrões, ASP lesados diariamente aos olhos das entidades com responsabilidades, ameaças de morte…. Etc…
    Directores de Segurança? Ah então há uma associação desses senhores!
    Onde, que rosto têm, quais as suas ideia, o que defendem?
    Partindo do princípio de que quem cala consente, até prova contraria são todos coniventes!
    Não ficaria nada admirada se os membros desta associação fossem assassinados um a um, quem os protege?

    Desculpem, mas quem esta de fora vê muito melhor, e o que eu vejo é de arrepiar!!
    avatar

    Mensagem em Qua 26 Ago 2009, 09:58 por comandante

    agengelica lol!

    Mensagem em Qua 26 Ago 2009, 12:31 por Convidad

    Da discussão nasce a luz.

    A perspectiva de cada um sobre um determinado assunto está sempre relacionada com o seu conhecimento do assunto e do mundo. Por isso entendo que não tem que pedir desculpa de discordar das minhas opiniões (eu fartava-me de pedir desculpas, neste sector são poucas as vezes que concordo com o que leio).

    Agora, na medida do possível, vou tentar esclarecer algumas lacunas que, no meu entender, existem no seu post.

    1. Quanto à falta de espírito de liderança. Pois é…eu também afirmo isso no meu texto anterior e deixe-me acrescentar que, infelizmente, não é exclusivo deste sector. Afirmo convictamente que é um problema Nacional, embora em alguns sectores se note mais do que outros. No caso da Segurança Privada (SP) o problema vem do tempo em que Militares e Polícias podiam exercer todos os cargos nas empresas e na maioria dos casos eram pessoas que esbarravam (algumas por incompetência) na progressão das suas carreiras de origem.
    Chegados à SP criavam um ciclo de obediência “doentio” premiando com cargos de chefia os mais “dedicados” ao seu estilo e forma de trabalhar.

    2. Quanto ao sector estar pejado de “crápulas”, pois aí não concordo de todo. È evidente que algumas pessoas (muitas) que proliferam pela SP têm deformações intelectuais e não exercem as suas funções com a lisura necessária. Mais uma vez, não servindo de desculpa, também é um problema Nacional na dúvida, vide o caso dos bancos onde recentemente se revelaram pessoas (até aí altamente credíveis), mas afinal de comportamento, no mínimo duvidoso e bastante doloso para os demais.

    3. Existe uma Associação de Directores de Segurança, liderada pelo Sr. Daniel Simões, um dos muitos que acreditou que a Portaria reguladora da profissão saíria rapidamente (o cargo está consignado como obrigatório no DL 35/2004), porém ainda não foi regulamentado. A Universidade Católica já promoveu uma pós graduação para esse cargo e neste momento existem mais duas Universidades onde se podem inscrever, em licenciaturas específicas , aqueles que gostarem e quiserem seguir essa carreira profissional.

    4. Quanto aos ASP serem uns “desgraçados” que só servem para fazer alguns ganhar dinheiro, também não concordo. Não concordo porque considero que cada pessoa tem a sua dignidade e essa é tão mais, ou menos, evidente quanto se tem condições de o demonstrar.
    Vejamos as coisas sob este ponto de vista: se nenhum (mas nenhum) ASP pedisse para fazer turnos de 12h; se nenhum ASP respondesse à chamada para colmatar e/ou fazer um serviço extra sem acordar as condições de remunerarão e caso essas não fossem cumpridas no futuro não efectuasse mais nenhum; se nenhum ASP lesse jornais, visse televisão, ouvisse rádio no posto; se todos os ASP respeitassem sempre a farda que envergam; se todos os ASP fossem cuidadosos com o material a seu cargo; se os ASP procurassem ser mais unidos em torno de um Sindicato do sector; se os ASP fossem preocupados, zelosos e não olhassem para esta profissão como de passagem.
    Garanto-lhe que eram mais respeitados. O povo diz do alto da sua sabedoria: “Quem quer ser respeitado tem de se dar ao respeito”.

    5. Quanto às Associações de ASP. São várias e já há uns anos que por aí andam a denunciar situações. Agora a sua força é pouca pois, vá-se lá saber porquê, os ASP não aderem e em alguns casos aquilo que era importante para o sector: a “União”, nem sempre é um facto.

    6. Eu também não sou ASP, já fui, com muita honra (ainda que pouco tempo), a minha actividade neste sector desenvolveu-se mais na área da gestão de recursos humanos e técnicos, considero-me pois “um pensador” do sector e não me calo. Aliás, sou o gestor de uma página na internet que julgo ser a primeira do género em Portugal e cujo objectivo é trocar experiências e emitir opiniões.

    7. Quanto “às caras”, nomes e medos. Pois como já referi há anos que tenho a página na internet, textos publicados em diversos fóruns, revistas e jornais em todos está a minha verdadeira cara. Para o bem e para o mal, sou conhecido no sector. Nunca fui ameaçado, não tenho medo, embora por vezes tenha consciência de que o meu telefone está sob escuta. Troco opiniões com todos os que lêem o que escrevo e a todos os níveis, recentemente troquei “opiniões” sobre o armamento dos ASP no DN com o Sr. Secretário de Estado do MAI. Por isso não me parece que os Dirigentes Associativos dos ASP precisem de protecção, não estamos propriamente num País incivilizado, um pouco desnorteado, concordo, mas minimamente civilizado e onde mais tarde ou mais cedo a Justiça funciona.
    avatar

    Mensagem em Qua 26 Ago 2009, 13:33 por bravolimaportugal

    Boa tarde,

    Sendo eu Formador de Segurança Privada, deparo-me várias vezes com ASP que estão a proceder a Reciclagem, que me colocam cárias questões relacionadas com os seus direito e deveres laborais.
    Situações completamente não possiveis para o ser humano.

    Escalas onde OBRIGA o ASP a estar no posto 24h, onde saem de serviço ás 00h e entram novamente ás 8h, estando eles a +- 30Km de casa.
    Serviços extras (mas obrigatórios) de eventos onde os ASP não têm tempo para comer.
    Que quando reclamam os direitos lhes é feita uma pergunta "de crianças " ou fazes ou vais já embora .


    Em Tempos trabalhei em uma empresa de "Segurança Privada" A.Oliveira Vigilancia Privada Lda. com alvará onde assistia diariamente a insultos aos ASP.
    Não receber e terem escalas superior ao permitido, serem colocados em postos longe da residência, porque o vigilante não se ria quando o "sr. director" dizia uma piada.
    Ia a Lisboa buscar cheques para os ASP (dos vencimentos e horas em atraso), onde não constava o meu e os dos ASP eram devolvidos por serem "carecas".
    Rondistas a terem 5 a 6 horas de descanço derivado ao incomprimento da entidade patornal, e onde eu como rondista na altura ia buscar os ASP a casa (por iniciativa própria) e ainda tinha problemas por resolver as situações dessa empresa, pois os clientes não tinham culpa.

    Por este tipo de actitudes e de raclamar os direitos dos ASP é que fui tratado abaixo de cão.

    Estas situações continuam a acontecer em várias empresas por isso não se calem ÑÃO TENHAM MEDE NEM SEJAM HIPOCRITAS, sufri com isso mas o que pude fiz e ajudei.

    FORÇA E NÃO SE CALEM
    avatar

    Mensagem em Ter 01 Set 2009, 22:14 por Neves

    Razz Embora correndo o "arriscado" risco (desculpem o pleonasmo) de me equivocar, o que até é humano,vou tentar sintetizar,o que realmente está em causa nesta matéria. E começarei por referir aquilo que tem vindo a ser dito e redito por alguns amigos deste Forum. Enquanto este tipo de conversa não passarem de puros desabafos, podem ter a certeza que nada mudará no sector. Concordo com o Jùlio Santos na questão de dar a cara...ela deve ser dada, sem medo. Por exemplo a minha não será a mais sexy ou até a mais bonita, mas é a minha. E é a cara de alguém que também sabe o que diz,porque embora afastado da actividade há alguns anos (poucos)da Segurança Privada, nada ali fui aprender em termos técnico-profissionais. Se alguma lição retirei da minha passagem pela SONASA;SECURITAS;INTERSEGUR (quando era Intersegur) foi, que neste trabalho são mais os graixas,delatores e quejandos,aqueles que sa vão safando...por enquanto.

    Também quero frisar a um amigo meu deste Forum, que pela minha parte não lhe conto histórias(estòrias) pessoais, para que o livro que eventualmente escrever, não se torne em Bìblia de camaradagem,amizade e lealdade. Já o monge Frei Tomàz pregava dizendo,para que não fizessem o que ele fazia,mas fizessem o que ele dizia. Claro que é necessária uma máquina de trabalho no terreno para unir os ASP. Ela tem de ser criada,desenvolvida e democraticamente oleada e posta a funcionar,já ! Pressão e mais pressão sobre os órgãos institucionais, de fiscalização,grupos parlamentares,etc... e claro larga difusão junto da chamada sociedade civil (aquilo que era designado até 1976,por Povo). Fico-me agora por aqui,não vá a minha cara desagradar a alguém... e a retórica também. Neves

    Mensagem em Sex 07 Maio 2010, 17:54 por victor

    Eu não tenho qualquer conhecimento nesta ária de vigilância, mas lido com eles todos os dia é vejo o empenho que eles têm pelo o seu trabalho o respeito a educação entre o asp e o cliente isto é de admirar, sem dúvida mas continuando no que li em relação a ser militar como eu fui, é bom para liderar com o sector da sp por vários motivos e funções porque ser apenas um chefe não chega porque para chefiar seja o que for é preciso saber mandar e respeitar, quando eu digo respeitar não é só para os chefes mas sim para os directores da segurança e os restantes dirigentes da mesma, eu vou falar um pouco de mim foi só para ver como funcionava o sector do recrutamento para a sp inscrevi-me numa empresa de segurança para a função de vigilante fui chamado e então a entrevista correu tu bem quem me fez até era muito a cível um puto com 20 e poucos anos dito Engenheiro electrónico, isto tudo para dizer que á empresas que não da formação como deve ser na minha opinião as formações para sp devia de ser um mês para serem bem formados

    Mensagem em Qua 26 Maio 2010, 20:05 por bismark

    Tenho 11 anos de carreira como ASP e protejo bens patrimoniais de consumo, vejam bem. Confesso que é motivador de ansiedade estar sozinho em lojas de distribuiçao de bens alimentares e sem gratificado de Policia, pois nunca sabemos quando entra alguém com intenção de furtar ou se teremos condições para abordar essas mesmas pessoas e já perdi a conta ao número de situações de furto que tive de abordar. Fazer perguntas e poderia fazer milhares, é muito fácil, é próprio da atitude filosófica mas nao é esse o motivo que me leva a postar este texto. Ainda assim, existe uma que sintetizaria todas as possiveis, por isso, talvez prefira, ao fim de tanto tempo, perguntar a esta classe sócio-profissional tao numerosa, da razão porque nao fazem uma petiçao pública ao MAI para que o mesmo regule o sector condignamente, para que crie um real código deontológico e categoria profissional de ASP com direito de detençao, mas acima de tudo que especifique quais sao os deveres e competencias legais do ASP para que nao caia o mesmo em situaçao de litigio por nao saber como agir em determinada situaçao. Meus senhores há que exigir formação em centros oficiais da PSP e nao nas empresas que pouco se preocupam com a qualidade da formaçao que dão, quando dão. enfim e amanhã lá estarei pronto para mais um dia em que nunca se sabe o que nos pode acontecer ou simplesmente para aturar mais um pouco de militarite de chefes que nunca nem militares foram quando lá andei a anos em Reg. de Contrato como praça graduado com 40 homens sob o meu comando e publicamente louvado por três vezes com medalha de cobre de comportamento exemplar. No fim de contas anda entregue aos cucus este sector ja tao sociologicamente importante no cômputo
    da distribuiçao demográfica por actividade profissional e tudo isto com a alienaçao do Estado que se vai preocupando apenas em recolher a riqueza criada por quem tudo dá o que pode para satisfazer deus e o diabo.

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