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    ARTIGOS 29 Jan

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    ARTIGOS 29 Jan

    Mensagem por ANASP


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    Two Israeli soldiers killed in Hezbollah ‘revenge attack’

    Jan 28, 2015

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    Islamic State sniper

    Jan 28, 2015

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    ISIS and Japan agree on hostage swap

    Jan 28, 2015

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    Destaque:
      
    As Forças Armadas são certamente a Instituição que mais se reformou na democracia mas, como pilar do Estado, não podem, nem devem, estar permanentemente sujeitas a mudanças.
     
    Para ver texto completo, consultar: “A “reforma” das Forças Armadas” (FMG)
     
    Pode seguir o link abaixo indicado.
     
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    Página web > [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
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    Moçambique encomenda novas embarcações militares

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    Com o pedido, sobe para 33 o número de embarcações encomendadas por Moçambique à CMM, depois de uma primeira realizada em Setembro de 2013, que incluía seis barcos com destino à marinha moçambicana - três embarcações HS132 e três navios patrulha Ocean Eagle 43 -, além de 26 arrastões para a estatal Empresa Moçambicana de Atum (Ematum).

    Na origem de uma polémica entre o anterior executivo e alguns países do grupo de doadores que apoiam o Orçamento do Estado de Moçambique, a Ematum obteve um empréstimo de mais de 700 milhões de euros com a emissão de títulos de dívida no mercado europeu, tendo o Estado moçambicano como avalista.

    O orçamento da primeira encomenda ascendeu a cerca de 200 milhões de euros, devendo as três novas embarcações custar entre 25 a 30 milhões de euros, segundo estimativas avançadas pela imprensa francesa.

    As lanchas rápidas HSI32 têm um comprimento de 32,2 metros e uma largura de 6,4 metros, dispõe de uma autonomia máxima de 800 milhas náuticas e podem atingir uma velocidade de até 43 nós.

    A gama inclui radares de vigilância com sensores eletro-ópticos, que transmitem imagens e outros dados por satélite, podendo ser equipadas com um canhão de 20 milímetros e duas metralhadoras de 12,7 milímetros.

    Durante a última celebração do Dia das Forças Armadas, em 25 de Setembro, em que se assinalou o 50.º aniversário sobre o lançamento da Luta Armada de Libertação Nacional, pelo menos duas embarcações HSI32 participaram num programa de demonstrações da marinha de guerra, na baía da capital moçambicana.

    Moçambique deverá receber até ao início do verão a última das três lanchas rápidas inicialmente encomendadas, devendo a CMM proceder à entrega das restantes a partir de Dezembro.(NM)



    Marinha norte-americana vai mostrar canhão electromagnético

    A Marinha dos EUA já anunciou que mostrará o seu canhão electromagnético no início de Fevereiro. Mas algumas imagens já são conhecidas.

    O canhão electromagnético vai ser mostrado na "Naval Future Force Science and Technology Expo", no próximo 4 de Fevereiro.

    Até lá podemos ver, através deste vídeo, como esse canhão lança projécteis sólidos a cerca de 185 quilómetros de distância, a mais de seis vezes a velocidade do som. (TSF)


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    Light Combat Aircraft Tejas achieves rare technological breakthrough

    01/29/2015
    The Light Combat Aircraft (LCA) Tejas has achieved a rare technological breakthrough with three consecutive start ups of its engine in extreme sub-zero temperatures of Ladakh region in Jammu and Kashmir.
    [size=11]Read More...
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    Iraqi Shia militia spotted with Abrams tank

    [*]In an apparent reflection of the growing power of Iraq's pro-Iranian militias, an M1A1 Abrams tank has been spotted in videos showing a large convoy of vehicles operated by Kataib Hizbullah. The videos were released on 25 January on YouTube channels that are supportive of Kataib Hizbullah, a Shia

    [*]

    Collision avoidance upgrade for UK Tornados delayed by developmental problems

    [*]The UK's plans to field a new collision warning system (CWS) for its fleet of Panavia Tornado GR.4 strike aircraft are being delayed due to development problems, it was disclosed on 28 January. Answering questions in the House of Commons, Philip Dunne, parliamentary under-secretary of state for

    [*]

    Estonia completes air surveillance programme

    [*]Estonia completed the creation of its military air surveillance network on 27 January, with the formal handover of its final ThalesRaytheonSystems (TRS) GM400-family radar system to the Estonian Air Force. The radar, installed at the Tõika air force facility near Otepää in the

    [*]

    USAF wants to dodge latest air defences with bomber's new secret weapon

    [*]Key Points The proliferation of advanced air defences provided the impetus behind the design of the new LRSO missile. The USAF has completed its AoA and is now waiting on civilian leaders to allow the acquisition to begin. Maintaining the shroud of secrecy surrounding the US Air Force's (USAF's)

    [*]

    Ecuador loses another Dhruv helo to crash

    [*]The Ecuadorian Air Force (Fuerza Aérea Ecuatoriana: FAE) lost a Hindustan Aeronautics Limited (HAL) Dhruv utility helicopter to a training accident in late January, the second to be lost this month and the fourth since deliveries began in 2009. The accident, which is reported to have occurred

    [*]


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    Drones – Seminário

    by Segurança e Ciências Forenses
    [ltr]Em diversos artigos escritos nesta página foi tratada a questão da utilização dos drones na área da Segurança Interna: Cena do crime – fixação; Robosourcing na segurança interna – drones; Drones nos incêndios. Estas aeronaves não tripuladas podem ser utilizadas em diversas áreas, nomeadamente, na prevenção de incêndios e acompanhamento do seu combate, na fotografia e filmagem de […]
    Ler mais deste artigo[/ltr]


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    Pétrole : Total signe pour une nouvelle concession aux Emirats Arabes Unis

    by Stéphane GAUDIN
    [ltr]Total a annoncé jeudi la signature d'un accord lui attribuant 10% de la nouvelle concession Adco, d'une durée de 40 ans, qui couvre les quinze principaux champs pétroliers à terre d'Abou Dhabi et représente plus de la moitié de la production de l'Emirat. La participation est attribuée à Total à compter du 1er janvier 2015, […]
    Lire la suite[/ltr]



    Boeing 747-8 selected as next Air Force One platform. And here’s how it will probably look like.

    by David Cenciotti
    [ltr]U.S. Air Force has identified the Boeing 747-8 platform for next Air Force One
    A "fully missionized" platform based on the 747-8, the latest and largest version of the iconic Boeing 747 Jumbo Jet, will serve as the presidential aircraft, Secretary of the Air Force Deborah Lee James, announced on Jan. 28.
    The Boeing 747-8 was selected following a market research and the assessment of the capabilities of the two four-engine aircraft that could meet the requirements: the Boeing 747-8 and the Airbus A380.
    “This decision is not a contract award to procure 747-8 aircraft,” said Col. Amy McCain, the Presidential Aircraft Recapitalization (PAR) program manager in a release on the U.S. Air Force website. “We still need to finalize the overall acquisition strategy and conduct risk-reduction activities with Boeing to inform the engineering and manufacturing development contract negotiations that will define the capabilities and cost.”
    A fleet of three Boeing 747-8 will replace the current, obsolete VC-25 aircraft. Once ready, in 2018, the new aircraft will be more capable and efficient than their predecessors, heavily modified Boeing 747-200 jets.
    As already explained on The Aviationist, along with the internal design, meeting rooms and wide array of communication systems, what makes the Air Force One different is the self-protection suite. Much information on this topic is classified, still, the VC-25 aircraft is known to be fitted with active electronic counter measures, that are able to jam enemy radar frequencies as well as IRCM (Infrared Counter Measure) systems needed to divert heat seeking Infra Red missiles by disturbing their guidance systems.
    The one in use on the AF1 is the AN/ALQ-204 Matador produced by the BAe Systems. Such system protect the plane from both IR air-to-air and ground-to-air (MANPADS – Man Portable Air Defense Systems) missiles.
    The plane is also equipped with chaff and flares dispensers: the first type is used to divert radar-guided missiles, while the flares are high-temperature heat sources ejected from the aircraft’s dispensers to mislead the missile’s heat-seeking targeting system: since the burn temperature is hotter than that at the engine’s exhaust the burning flares attract and deceive heat-seeking missiles fired at the aircraft.
    Similar and surely more advanced countermeasures will equip the new ones.
    When, about three years ago, the selection of the Boeing 747-8 became obvious, we asked our contributor Al Clark to prepare a digital mock-up of the new plane sporting the Air Force One’s traditional light-blue and sky-blue color scheme that you can find on top of this article.
    Digital mock-up by Al Clark[/ltr]




    U.S. Air Force F-22 Raptor stealth jet suffers landing accident at the Hawaii. Again.

    by David Cenciotti
    [ltr]An Alaskan Raptor suffered a landing accident at the Hawaii.
    A U.S. Air Force F-22A Raptor, belonging to the 3rd Wing from Joint Base Elmendorf-Richardson, Alaska, deployed to the Hawaii to take part in the Sentry Aloha exercise, had an incident landing at Joint Base Pearl Harbor-Hickam, in Honolulu on Jan. 14.
    According to the few information available at the moment, the left main brake overheated and caught on fire after the Raptor landed on runway 08L.
    HNL Rare Birds website published the image of the F-22 in fire suppressive foam: the runway remained closed for most of the day as maintenance personnel worked on thestealth jet.
    According to the ATS website, it will take 30 days for a depot team to inspect the aircraft, and a decision to be made as to whether the aircraft is fixable.
    [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
    Image above credit (click on the image to open it at full resolution): HNL RareBirds

    This was not the first time a Raptor suffered a landing mishap at the Hawaii: an F-22 Raptor, assigned to the 199th Fighter Squadron, Hawaii Air National Guard, sustained 1.8 million USD in damage in a landing incident at Joint Base Pearl Harbor – Hickam, on Dec. 7, 2012.
    Top image credit: Lockheed Martin[/ltr]



    The LCS Survivability Debate

    by chuckhill
    [ltr]There has been a lot of discussion lately about the survivability of the LCS and smaller combatants in general. A recent US Naval Institute News opinion piece contends,
    [/ltr]
    [ltr][size=19]“Small warships are historically unsurvivable in combat. They have a shorter floodable length, reduced reserve buoyancy and are more likely to be affected by fire and smoke damage than larger combatants. In both World Wars, losses in ships below 3000 tons in displacement far exceeded those of larger vessels.[/ltr]
    [ltr]“In World War II, for example, the U.S. lost a total of 71 destroyers and 11 destroyer escorts — all under 3400 tons displacement and less than 400 feet in length.[/ltr]
    [ltr]“By comparison, only 23 larger ships were lost. Part of that figure is undoubtedly due to their operational employment, but in simple terms of engineering and physics, larger ships are inherently more survivable than their smaller counterparts.”[/ltr]
    [/size]
    [size][ltr]
    In the Coast Guard we once had a saying, “In our obscurity is our security.” I think that should be kept in mind when we consider the survivability of small surface combatants. No, they cannot take as much damage as major surface combatants, but the enemy gets a vote, and he will be less “excited” by the presence of smaller vessels, while he will normally choose to put more effort into destroying larger, more threatening ships. As in land warfare, tanks are more survivable than infantrymen, but they don’t necessarily last longer.
    To look at how this factor might influence survivability, I looked at how many of the ships that were in commission at the beginning of World War II were sunk as a result of enemy action. My source is the Summary of War Damage to U.S. Battleships, Carriers, Cruisers, Destroyers, and Destroyer Escorts which is accessible here. The figures there do not correspond to those quoted above, rather they report 58 destroyers and 9 destroyer escorts sunk, along with 26 larger surface combatants, all listed by name. (The USNI post may have included constructive losses that were not actually sunk or losses to other than enemy action, and does not include the three battleships salvaged although they were out of action most of the war.)
    If we look only at the US fleet at the beginning of the war, it included 233 major surface combatants of which 46 or 19.7% were sunk by enemy action during the course of the war. If we break it down by class it looks like this:
    Type: Number in Commission, Dec. 7, 1941/Number sunk/% lost to enemy action
    Aircraft Carriers (CV): 7/4/57.1%
    Escort Carrier (CVE): 1/0/0%
    Battleships (BB): 17/5/29.4% (of the 5 sunk, all were at Pearl Harbor, 3 were salvaged)
    Heavy Cruisers (CA): 18/7/38.9%
    Light Cruisers (CL): 19/1/5.3%
    Destroyers (DD): 171/29/17%
    (There were no Destroyer Escorts in commission at the beginning of the war.)
    If we lump  all the cruisers together, 8 of 37 were lost or 21.6%
    If we lump the lone escort carrier together with the fleet carriers then four of eight were sunk or 50%
    Additionally three destroyers were lost to weather in a hurricane. They were not ballasted properly, because of the exigencies of impending combat operations.
    Clearly, at least looking at the World War II experience, the US Navy did not lose a higher percentage of smaller ships. If anything it appears the opposite is true. A smaller percentage of smaller ships were lost (17% vs 27.4%). More small ships were lost simply because there were many more of them. Undoubtedly some of the DDs and DEs that were sunk, would have survived the damage they received, if they had been bigger, but presumably there would also have been fewer of them. If the decision criteria were an equal chance of being sunk, then probably taking greater risk with smaller ships is both reasonable and unavoidable.
    I will note that the probability of personnel loss on small ships is probably higher because they are more likely to sink quickly and catastrophically, while larger ships are more likely to sink slowly.
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    [/ltr][/size]
    Photo: USS Newcomb DD 586 was hit by as many as five kamikaze on 6 April 1945 as she was screening for the cruiser USS St. Louis off Okinawa. She survived but was not repaired.
    [size][ltr]
     
     
     
    I will add a bit of anecdotal evidence. As part of Operation Overlord, the Normandy Invasion, 60 US Coast Guard 83 foot patrol boats were assigned to rescue those unlucky enough to find themselves in the water or sinking. 30 went to the American beachheads and 30 went to the British and Canadian beachheads. Being wooden hulled and gasoline powered, they certainly would not have been considered “survivable.”
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    Apparently they were in the thick of it, because they rescued 1438 men from the water and sinking craft. In spite of all the fire from shore, not a single boat was sunk and not a single crewmen was killed. Apparently the German gunners were too busy with the landing craft hitting the beach and the warships that were shelling them. They simply were not a priority target.
     [/ltr][/size]



    To Safeguard the Seas

    by Guest Author
    [ltr]The United States Navy is the most preeminent naval force in the world.  Following Alfred Mahan dictum that “a truly powerful nation must have thriving international trade, a merchant fleet to carry these goods and a strong navy to protect its sea lanes,” the U.S. Navy has provided stability, tranquility and maintained the global order since the end of World War II.   However, in this age of austerity, the ability of our aging fleet to secure our interests, protect our allies and confront our adversaries is being sorely tested.
    As we paused in remembrance of the 73rd anniversary of the surprise attack on Pearl Harbor, Hawaii, by the Imperial forces of Japan, we again see a rising power in Asia bent on changing the status quo, increasing pressure on our allies and challenging America’s preeminence in the Pacific.
    China’s assertiveness in the South China Sea over the past few years is significant as it “directly challenges America’s position as the primary maritime power in Asia and as the guardian of the old regional order,” said Hugh White.  As Ronald O’Rouke, specialist in Naval Affairs at the Congressional Research Service testified before Congress, he expects China “to continue putting pressure on its neighbors’ short of war in the East China and South China Seas to get its way in the region.”
    It is clear our Navy is facing ever-increasing operational challenges, including not only air and sub-surface threats but also supersonic cruise missiles and ballistic missiles (both anti-ship and surface to surface).   Individually, these threats are difficult enough to combat, however, when encountered simultaneously; these threats severely challenge the current capabilities of our Navy.  With a rapidly expanding Chinese Navy, coupled with the increased pace of Russia’s ship building efforts, the pressure to do more with less compels us to develop new technologies to maintain the advantage if or when confrontations occur.
    For the last 70 years, radar has played a key role in maintaining technological superiority over our adversaries.  Over the last decade, however, our radar capabilities have proved to be increasingly incapable of addressing existing and emerging threats.  This, in turn, directly impacts the Navy’s ability to assure maritime security and freedom of the seas.
    Fortunately, the Pentagon has taken positive steps to rectify the situation by making investments in the next generation of radars.  The Air and Missile Defense S-Band Radar (AMDR) is an excellent example of advanced radar technology that will fill critical capability gaps and ensure our sailors can meet the ever changing demands of today’s global threat environment.
    Designed to replace the ageing Aegis combat system currently employed in the fleet the AMDR is constructed as a self-contained radar that is scalable for any platform for any mission, with the ability to exponentially increase radar sensitivity.  Not only will the AMDR more accurately detect missile threats, but it will also help ships run more efficiently.  This new system reduces space, weight, power, and cooling demands of naval vessels, thereby maximizing the service life of the ships that incorporate this new technology.   These long-term cost savings make AMDR a wise use of limited taxpayer dollars in today’s austere budget environment.
    With the ability to confront multiple threats simultaneously -- even in the presence of heavy land, sea, and rain clutter -- the technological advancement of the AMDR is truly remarkable. Scheduled to begin installation on the Arleigh Burke class destroyers’ starting in 2016 the AMDR is the technologically advanced, low-risk, cost-effective radar solution to combat today and tomorrow’s threats.
    Tasked with the daunting challenge of maintaining freedom of the seas, deterring international aggression, and playing pivotal roles in times of war the U.S. Navy has earned naval supremacy, not only because of the skill of our sailors, but also because it has invested great effort and money to provide the finest technology in modern warfare.  This trend must continue with essential defense programs so that we may stay one step ahead of evolving threats.  Doing so will protect our national interests and ensure the safety of our sailors and war fighters. John F. Kennedy said it best, "Control of the seas means security. Control of the seas means peace. Control of the seas can mean victory. The United States must control the sea if it is to protect our security."
    Commander Feldkamp is a retired Naval Electronic Counter-Measure Officer (ECMO).  He flew combat missions in Desert Storm off the U.S.S. Midway and served as the international outreach officer for the National Maritime Intelligence-Integration Office and the Office of Global Maritime Situational Awareness in Washington, D.C. He currently is an adjunct professor teaching the theories and politics of terrorism at George Mason University.[/ltr]


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    A propósito da reforma de que o MDN se vangloria. Alienação de infra-estruturas.

    Recebido (correio electrónico) do CALM António Cabral o seguinte texto, com solicitação de publicação:


    "Ao
    "O Navio… desarmado"


    A propósito da reforma de que o MDN se vangloria. Alienação de infra-estruturas.

    Camaradas de armas, dos 3 ramos, têm criticado ao longo dos tempos uma boa parte daquilo que, pelo menos desde 1990, os sucessivos MDN apresentaram como reformas das FA. Não as comento. A meu ver muitas das decisões ministeriais dificilmente se podem encaixar na palavra reformas, pois reformas não são, para mim, apenas poupanças nos custos, alienações de imóveis, cortes cegos, definições de meios sem ter em conta a posição geográfica de Portugal. Adiante.
    Nos meus zappings pelos OCS nacionais via NET, reparei no Jornal de Notícias de 27 deste mês, na notícia relatando que o Governo vai vender 60 imóveis militares. Artigo que, como seria de esperar, é dado à estampa pelo jornalista Carlos Varela.
    Para não variar, este é mais um artigo que parece ser outro frete ao actual MDN. Como no passado foi acontecendo, quase sempre, com este e outros jornalistas. A história à volta dos jornalistas “acreditados junto do MDN”.
    Todos nós devemos ser avaliados pelas acções e não pelo que parece ou é anunciado, ou porque simpatizam ou não connosco.
    Refiro isto para salientar que me desgosta a superficialidade (propositada?) da generalidade dos artigos sobre reformas de FA, parecendo-me que este não foge à regra.
    Quero salientar que, quando se escreve - "Vai Vender” - seria a meu ver intelectualmente mais honesto escrever - “o governo tenciona vender” - frase que devia ter logo colada outra frase - “naturalmente que a concretização desta intenção governamental muito dependerá do contexto económico e de investimento verificados”.
    É que, creio, é um pouco diferente espalhar mais adiante pelo texto a questão económica, depois das loas e intenções do MDN. Marketing.
    Porque o que fica, ou melhor, parece-me legítimo poder concluir, que se está a fazer de facto mais um frete ao locatário do 7º piso do edificio cor-de-rosa ao Restelo.
    Um incauto civil poderá dizer - "ora aqui está um ministro reformador, que vai acabar com a pouca vergonha nas FA, vender dezenas de quartéis inúteis, pôr ordem nas FA”.
    Mas, na minha opinião, se muitas infra-estruturas, muitos imóveis, há muitos anos que deviam ter saído da esfera do MDN, a realidade é que apesar das loas do senhor dr. Paulo Portas e do PM parece-me difícil que o mercado venha a satisfazer as projeções do MDN. Intenções, marketing carunchoso.
    Além do mais, fica a questão das avaliações do que existe, uma nebulosa de há anos a que os senhores jornalistas acreditados nunca se dedicam. Pudera.
    Acresce que, quando no artigo o jornalista refere que esta LPM é muito diferente das anteriores no que respeita à alienação de imóveis, diz ele, que antes, o fruto disso foi para o fundo de pensões o qual este governo extinguiu. Fica, assim, na essência, mais uma superficialidade e uma loa ao MDN e sua secretária de Estado.
    Porque o senhor jornalista, claro que não lhe interessa, podia ao menos por uma vez procurar aprofundar o tema alienações versus fundo de pensões, e dizer aos portugueses, desde 1990, quais os imóveis e infra-estruturas das FA que foram alienados, vendidos, e os valores obtidos por cada um, e quanto desses montantes foram para o fundo de pensões (por ano civil), e quantos milhões ficaram directamente no Ministério das Finanças.
    Enunciado como está no artigo, não passa de uma coisa feia. 
    O senhor jornalista até me podia perguntar, porque não faz o senhor almirante essa averiguação? Simples, porque não tenho os elementos, que deveriam estar no MDN e no EMGFA, e que em cada ramo deviam igualmente saber quando foram alienados, e tinham a obrigação de ter obtido os valores oficiais da venda, e que partes anualmente foram para o fundo de pensões,  e o que ficou no MF. Ao longo dos anos tudo isso devia ter sido escalpelizado em CCEM, porque designadamente se tratava de um assunto delicado a mexer com o pessoal.
    Ah, dirão alguns, mas isso é classificado, não pode vir a público, não pode ser. Pois eu direi, aposto que não existe para poder ser publicamente consultada, a discriminação exaustiva, por ano civil, do que foi de facto realizado com as alienações desde 1990. Direi que é uma vergonha as sucessivas chefias militares sempre terem pactuado com as pouca vergonhas ministeriais, no que a este assunto se refere. Fundo de pensões? O pessoal? Logo se vê.
    Será que estou totalmente equivocado?
    António Cabral, cAlmirante, reformado
    (Chapéus há muitos)"

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    artigos no Tugaleaks


    CM Oeiras tentou abafar crime feito por pessoa ligada ao partido da presidência

    Um Subcomissário da PSP a exercer funções de chefia na Policia Municipal de Oeiras em regime de comissão de serviço, abafou um crime e não enviou um Auto de Notícia ao Ministério Público.
    Sempre que se verifica um crime público, é obrigação das forças de segurança, bem como dever moral de qualquer cidadão, de o denunciar. Existem extepções na Câmara Municipal de Oeiras, a julgar pelo documento a que tivemos acesso e que disponibilizamos, que visa uma antiga funcionária da Junta da Freguesia, eleita pelo movimento Isaltino, Oeiras Mais à Frente (IOMAF), que é o movimento que estava em 2011 e está actualmente na presidência da Câmara.
    A situação ocorreu em 2011 e visa a cidadã Sandra Cristina Silveira Martins, na altura presidente da junta pelo IOMAF, num alegado crfime de desobediência e injúria agravada.
    Pode-se portanto assumir que a Câmara Municipal de Oeiras não enviou este documento aos órgãos de justiça porque, a serem feitas as coisas de acordo com a lei, iriam colocar em causa uma pessoa do mesmo movimento político. “Não era conveniente”, indica-nos uma fonte.
     

    “palhaço (…) e sem instrução”

    Ao que o Tugaleaks conseguiu apurar, a visada foi secretária do Presidente da Junta de Freguesia de Algés. No entanto, nas declarações proferidas, de acordo com o documento que se segue, a mesma indica que “eu sou presidente de junta e percebo de leis e vocês [Polícia Municipal] são uns burros que não sabem o que estão a fazer”

    Subcomissário da PSP envolvido

    O Subcomissário da PSP Moreira Pinto, a exercer funções como coordenador operacional da DPM (Divisão de Polícia Municipal) deveria, segundo a lei, enviar a informação a um canal de justiça estando perante um crime público. Tal não aconteceu.
    A PSP foi convidada a comentar a situação e informou-nos de que “o processo será remetido ao Comando da PSP com competência para apreciação em sede disciplinar” e que “das diligências efetuadas e seu resultado, será V.ª Ex.ª informado em tempo oportuno”.
     
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    Câmara Municipal desvaloriza situação

    Convidada a Câmara Municipal de Oeiras a pronunciar-se, a Assessora de Imprensa informou que a situação foi tratada “nos termos da lei” e que “a natureza do ilícito evocado – ofensa à integridade física simples a um agente da Polícia Municipal, enquanto autoridade administrativa – consubstancia um crime de natureza semipúblico, dependente de apresentação de queixa, porquanto a Polícia Municipal, nos termos da Lei, não é considerada uma força de segurança”.
    Informou ainda que “por questões de segredo de justiça, as mesmas deverão ser dirigidas aos serviços do Ministério Público de Oeiras, onde se presume, fazendo fé no teor do e-mail infra, que os factos estejam a ser apurados na sequência da queixa apresentada”.
    Por último, sobre o vencimento do Subcomissário da PSP Moreira Pinto este é também pago “nos termos da lei”.
    Convidada a indicar, ao certo, se o pedido foi ou não enviado ao Ministério Público, a entidade não respondeu.
     

    Advogada discorda

    A Dra. Paula Gouveia Andrade, habitual comentadora da área de direito do Tugaleaks, esclarece que “o crime de desobediência deveria ter sido prontamente comunicado ao competente Ministério Público, sendo que tendo os factos ocorrido em 2011″. Isto porque, contrariamente ao indicado pela Câmara Municipal, “nos termos do artº 5º/3 da legislação aplicável, ‘Os funcionários dos serviços municipais de polícia estão obrigados a comunicar à autoridade judicial ou policial competente qualquer crime público ocorrido ou cuja ocorrência esteja iminente, de que tenham conhecimento no exercício das suas funções’.
    Em análise ao auto, “entendo terem existido dois crimes: o crime de desobediência (às ordens do autuante – artº 348º/1b) CP), e os crimes de injúrias agravado (este de natureza semi-pública), e ofensas corporais simples praticadas em agente da PM; neste último caso, entendo que a letra da lei não permite incluir na sua protecção estes agentes”.
    Por último, entende a advogada que “poderemos estar perante o crime de favorecimento pessoal, previsto e punido no artº 367º CP, também ele crime público”.

     


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      Data/hora atual: Dom 25 Jun 2017, 03:45