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    ARTIGOS 23 A 26 Dez

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    ARTIGOS 23 A 26 Dez

    Mensagem por ANASP

    Exposição "O Soldado Português na Primeira Grande Guerra"

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    Gago Coutinho, o geógrafo antes do aventureiro

    A obra intitula-se “Gago Coutinho. O Último grande aventureiro português”, é publicada pela Eranos, tendo o autor consultado “imensa documentação existente em diversos arquivos de instituições às quais Gago Coutinho esteve ligado”, salienta no prefácio o Director do Museu de Marinha, António Costa Canas.

    O autor refere, aliás, na introdução, que uma das “grandes dificuldades” com se deparou foi a “documentação não catalogada ou inventariada da Sociedade de Geografia de Lisboa, do Grupo dos amigos do Museu de Marinha, do Museu do Ar, do Arquivo Histórico da Força Aérea, [e] das colecções particulares Sarmento Rodrigues e Moura Braz”. “Havia que dar a mínima das referências a esta documentação”, apela o autor.


    Referindo-se ao cientista e aventureiro nascido em Lisboa, em 1869, Costa Pinto atesta: “O facto de, durante 50 anos, a figura de Gago Coutinho ter sido analisada, sobretudo pelo seu contributo para a travessia aérea de Lisboa ao Rio de Janeiro, e não pela sua importância enquanto homem da ciência, é uma falha na nossa historiografia, muito aproveitada pelos regimes políticos vigentes até aos dias de hoje”. “Gago Coutinho contribuiu de forma irrepreensível para a cultura científica dos séculos XIX e XX, dando-lhe projecção internacional, não se limitando ao cinzentismo de um país amarrado a preconceitos ideológicos”, salienta o investigador. Segundo o autor, Gago Coutinho tinha desejo de conhecer e descobrir, “ter uma ponta de aventureiro”, como ele próprio escreveu.

    Quanto à travessia aérea, realizada em 1922, o autor refere que Gago Coutinho desvaloriza o feito, tendo afirmado que não foi mais que um episódio da sua vida, e realçou que tanto ele como Sacadura Cabral, o outro protagonista, eram geógrafos. “Não esqueçam que eu e Sacadura Cabral éramos geógrafos”, escreveu Gago Coutinho, citado pelo autor da obra. “Estávamos habituados a tratar com astros e ter uma vida arriscada. Aquilo que fizemos não foi mais do que a continuação da nossa vida de geógrafo”.

    Costa Pinto realça, entre outras facetas menos conhecidas do almirante, “os trabalhos geodésicos, hidrográficos, topográficos e cartográficos” executados em Timor e nas ex-colónias portuguesas em África, tendo definido milhares de quilómetros de linhas de fronteira, nomeadamente em Moçambique, que “foram reconhecidos além-fronteiras”.

    Gago Coutinho, que morreu em 1959, no seu apartamento na rua da Esperança, em Lisboa, “foi um grande expoente da lusofonia”, escreve Costa Pinto, referindo que de “forma incansável realizou conferências e palestras em academias e instituições altamente prestigiadas no estrangeiro, mas também em círculos de emigrantes espalhados pelo mundo fora, de forma abnegada e desinteressada do ponto de vista económico”. O investigador recorre bastas vezes às declarações escritas deixadas pelo almirante, pela “necessidade em dar voz ao biografado”.

    Politicamente, Carlos Viegas Gago Coutinho definiu-se como monárquico, “mas, mais tarde, abraçou os ideais republicanos, que acabaria por deixar de corresponder às suas expectativas, pela instabilidade política entretanto verificada”. Segundo o investigador, que o cita, “afirmava-se como um ‘nacionalista liberal’ que nunca se tinha filiado ‘em partidos para ser mais livre de pensar, contra ou a favor dos governantes’”. O almirante confessava-se “mais democrático que autoritário”, nas suas próprias palavras.

    O comandante Costa Canas, responsável pelo Museu de Marinha, sintetiza no prefácio que esta obra “é sobre o ‘outro’ Gago Coutinho, e não só o herói de aviação”; “um homem que não se assusta com a dureza da vida do mato, que tem uma postura atlética, mas que, simultaneamente, é capaz de levar a cabo cálculos extremamente complexos”. (Observador)

    Portugal compra quatro navios à Dinamarca e substitui frota de C-130[/size]
    O Conselho de Ministros aprovou esta terça-feira a proposta de Lei de Programação Militar (LPM), que prevê a aquisição de dois navios de Patrulha Oceânica, a renovação das fragatas e a modernização e substituição da frota das aeronaves C-130.

    O comunicado do Conselho de Ministros adianta que a proposta de LPM, que não é revista desde 2009, estabelece a "programação do investimento público das Forças Armadas em matéria de armamento e equipamento, com vista à modernização e operacionalização do sistema de forças".

    Na semana passada, após a aprovação da proposta no Conselho Superior da Defesa Nacional, fonte oficial disse à Lusa que a LPM incluirá nos projectos relativos "aos primeiros anos" a aquisição de dois NPO para a Marinha, a renovação das fragatas da classe Vasco da Gama e classe Bartolomeu Dias e a substituição dos motores dos helicópteros Lynx.

    A compra de quatro patrulhas costeiras Stanflex à Dinamarca, já anunciada, também está contemplada na proposta que o Governo espera apresentar em breve à Assembleia da República.

    Para o Exército, o diploma incluirá entre os projectos prioritários a aquisição das viaturas tácticas ligeiras, o Sistema de Informação e Comunicações Táctico e o início do "processo de substituição da arma ligeira".

    A revisão prevê, relativamente ao reequipamento da Força Aérea Portuguesa, as verbas para a substituição da frota dos C-130, mas também para a "regeneração do potencial de voo" das aeronaves permitindo que sejam usadas até à substituição, adiantou a mesma fonte.

    A LPM contempla ainda, na Força Aérea, a actualização do software operacional da frota dos caças F-16.


    O Conselho de Ministros aprovou ainda a proposta de Lei de Programação das Infraestruturas Militares e a estrutura orgânica e funcional do Hospital das Forças Armadas, bem como as competências dos respectivos órgãos e os princípios de gestão aplicáveis.

    De acordo com o comunicado do Governo, na proposta da Lei de Programação das Infraestruturas Militares "é feita a programação do investimento com vista à conservação, manutenção, modernização e edificação de infraestruturas da componente fixa do sistema de forças" e são estabelecidas as disposições de gestão dos imóveis afectos à defesa e disponibilizados para rentabilização, "visando aplicar os resultados obtidos em projectos já previstos na proposta agora aprovada".

    Sobre a estrutura orgânica e funcional do Hospital das Forças Armadas, refere-se no comunicado que "é constituído pelos Pólos de Lisboa e do Porto, tendo uma direcção composta pelo director, director clínico, um subdirector para Lisboa e um subdirector o do Porto".

    Aviação passa a ter entidade reguladora
    O Governo aprovou também a conversão do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) em entidade reguladora, passando a designar-se como Autoridade Nacional da Aviação Civil, reforçando os seus poderes de supervisão e inspecção.

    "A ANAC vê, como regulador, alargados os seus poderes normativos, bem como reforçados os poderes de supervisão e de inspecção", informa o executivo no comunicado do Conselho de Ministros.

    Segundo o Governo, os estatutos do novo regulador da aviação civil dão maior "autonomia e flexibilidade de gestão" à entidade liderada por Luís Trindade dos Santos, desburocratizando os procedimentos, designadamente no domínio financeiro e quanto à contratação externa de quadros especializados.

    O Conselho de Ministros aprovou ainda uma alteração aos estatutos da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), eliminando a compensação pecuniária prevista para os titulares de cargos de direcção da entidade pelos impedimentos legalmente previstos no período de dois anos posterior ao exercício de funções, respeitando o estabelecido na lei-quadro das autoridades reguladoras. (Fonte: Jornal Público)


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    Artigos no Tugaleaks


    Na GNR de Carcavelos é preciso um telemóvel que tire fotografias para se trabalhar
    Situação ocorrida no Destacamento de Trânsito de Carcavelos da GNR indica que é “preciso” um telemóvel que tire fotografias para se trabalhar numa patrulha. Fique a saber porquê.
    30 de Outubro, quinta-feira. Uma das várias operações Stop realizadas pelo Destacamento de Trânsito de Carcavelos encontra um condutor sem documentos de ascendência étnica Africana na Rotunda do Estoril que dá acesso à A5.
    O que era uma situação de rotina virou uma anedota no Destacamento de Trânsito.
    Na impossibilidade de identificar o cidadão, por falta de documentos de identificação, foi proposto pelo Cabo L. levar o cidadão a casa, que ficava perto, para se ir buscar um documento de identificação. Tal não foi possível porque… estava no local a Comandante do Destacamento de Trânsito como Comandante Operacional da Operação STOP.
    Em vez de possibilitar a deslocação de um veículo da GNR para a casa do cidadão com vista à sua identificação, a Comandante indicou que se “faz um modelo com o nome com que ele se identificar”. O modelo em causa é o Modelo 613 que determina a necessidade do cidadão apresentar o seu documento de identificação (BI ou CC) no espaço de oito dias num posto da GNR ou esquadra da PSP. Para todos os efeitos, o cidadão iria sair da Operação STOP sem carta ou documentos e continuava a conduzir normalmente.
    Pasmado com a decisão, o Cabo L. indicou “mas eu não sei o nome dele” ao que a Comandante Cláudia Santos afirmou “não interessa, confie na palavra dele e com o seu telemóvel tire uma fotografia para o identificar”.
    O subordinado informou que “eu não tenho telefone para tirar fotografias” ao que ela respondeu “então tem que passar a ter um”.
     
    Contactadas várias fontes da GNR, todas concordaram que passar um modelo sem identificar a pessoa é uma situação não viável e contrária ao procedimento da Guarda. “Incompetência e falta de conhecimento de legislação” informa-nos uma fonte, sob anonimato com receio de represálias.
     

    Virou anedota na “caserna” de Carcavelos

    No Destacamento de Trânsito de Carcavelos não têm faltado piadas sobre o assunto desde há dois meses para cá.
    A melhor, dizem, é que se vão comprar um telemóvel novo no Natal, “temos que comprar um telemóvel com câmara para irmos trabalhar”.
     
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    GNR continua sem responder

    Após contactar o Major Cruz das Relações Públicas e o General Comandante-Geral da GNR, não obtivemos até ao momento qualquer resposta aos nossos pedidos de informação.
    Nas perguntas para esta notícia, era questionado qual era o procedimento para esta situação e se a Comandante Cláudia Santos tinha alguma formação ou curso em trânsito.
    O Tugaleaks sabe ainda que a aparente promoção da actual Capitão (Comandante da DT Carcavelos) a Major poderá estar condicionada pelas recentes notícias divulgadas pelo Tugaleaks que dão conta de possíveis crimes públicos.
    As notícias são as seguintes:

    • Carro da GNR usado para transportar Tenente Coronel e esposa porque estava a chover
    • Reunião secreta na GNR para abafar o uso de um carro de patrulha para fins pessoais
    • Na GNR, a Comandante do Destacamento de Trânsito de Carcavelos e o ex-companheiro tentam tramar militar
    • Guarda que se barricou em casa com arma de fogo e ameaçou matar a família volta à patrulha em Carcavelos
    • Comandante dos Bombeiros do Dafundo e Comandante da GNR em Carcavelos tentam tramar militar


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      Data/hora atual: Ter 27 Jun 2017, 01:57