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    Na sua qualidade de chefe de Estado Maior do Exército entre 2003 e 2006 e de chefe de Estado-Maior das Forças Armadas até Fevereiro de 2011, Luís Valença Pinto ficará para a história como um dos generais que mais de perto acompanhou a participação portuguesa na Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF), destacada no Afeganistão sob comando da NATO. Chefiava o Exército quando, em 2005, morreu o primeiro militar português em combate desde 1975, o primeiro-sargento comando Roma Pereira, aos 33 anos.

    Em entrevista ao Expresso, o general Valença Pinto, de 68 anos, reformado da vida militar mas muito activo nos meios universitários, como professor e investigador das Universidades Autónoma e Católica, recorda o trágico episódio e declara o seu "enorme orgulho" nos mais de três mil militares portugueses que estiveram ao serviço da ISAF.

    Valença Pinto, que no ano passado, também em entrevista ao Expresso, criticou publicamente a actual política de Defesa, não foi convidado para estar presente na cerimónia realizada na semana passada em Lisboa, na qual se colocou um ponto final na participação portuguesa e lamentou que no próximo ano apenas estejam disponíveis 52 milhões de euros para o destacamento de forças nacionais além-fronteiras.

    As tropas portuguesas foram por diversas vezes elogiadas pelos comandantes da ISAF. O General britânico, David Richards, foi um dos últimos a fazê-lo. Nas suas memórias, recentemente publicadas, descreve a companhia de comandos portugueses no teatro de operações em 2005 como "verdadeiros heróis" e "as minhas forças preferidas no Afeganistão". O que é que distinguiu os militares portugueses das outras forças?

    Mais relevante do que o general David Richards ter incluído esse elogio às forças portuguesas no seu livro de memórias foi tê-lo feito, de viva voz, no parlamento britânico quando regressou do Afeganistão. Nesse dia, fez a sua apreciação dos contingentes dos vários países e quando chegou ao contingente português disse: "Esses eram os meus heróis". Isso está escrito nas atas da Casa dos Comuns.

    O que nos distingue não são feitos extraordinários, mas antes um grande profissionalismo, competência e rigor. Um grande sentido de dever e uma grande postura nacional. Os militares portugueses estiveram no Afeganistão no entendimento muito claro de que estão ao serviço do interesse nacional. Além disso, as Forças Armadas portuguesas tinham, enquanto as chefiei, uma qualificação que em nada ficavam atrás de qualquer outra força armada no mundo.

    Os 12 anos passados ao serviço da ISAF, onde estiveram mais de três mil militares portugueses, mudaram de alguma forma as nossas Forças Armadas? Há um antes e um depois do Afeganistão?

    Penso que não. Normalmente foca-se a presença portuguesa no Afeganistão na nossa participação na Força de Reacção Rápida, guarnecida por comandos e paraquedistas, mas é injusto porque estiveram lá outras forças extraordinariamente importantes.

    Pouca gente sabe que o primeiro contributo português para o Afeganistão foi um destacamento sanitário enviado em 2002, essencialmente preenchido por mulheres. Os ingleses instalaram um hospital militar mas não tinham corpo clínico feminino para poder ajudar as afegãs. Pediram a contribuição portuguesa e nós mandámos oito militares, médicas, enfermeiras e técnicas de saúde que foram muito bem-sucedidas.

    Portugal esteve ainda, por diversas ocasiões, um C-130 da Força Aérea em transporte, cuja prestação ultrapassou tudo o que se podia esperar. Operaram em todos os aeródromos, incluindo alguns onde apenas os portugueses lá iam. Portugal enquadrou ainda, em larga medida, a retoma do aeroporto de Cabul, o KAIA, através de uma missão que dirigiu, operou e deu formação aos afegãos para que mais tarde pudessem ser eles a fazê-lo.

    Os militares portugueses contribuíram ainda para a formação das forças afegãs.

    Sem dúvida. Do contributo das OMLT [Operational Mentor ans Liaision Team] na formação de unidades das forças armadas afegãs, destaco a OMLT da divisão Cabul. A primeira grande unidade afegã a assumir a responsabilidade por uma parte do território, a capital Cabul, onde a tensão naquela altura era muito alta, foram treinados pelos portugueses. Ganhámos justo nome nestas OMLT porque fizemos tudo o que era necessário. Não fomos fazer o trabalho que competia aos afegãos, fomos ajuda-los, apoiando-os e corrigindo-os.

    Chegámos lá com as nossas capacidades, mas sem dinheiro nos bolsos. Forças de outras nacionalidades que forneciam OMLT tinham muito dinheiro nos bolsos. E os afegãos ficavam felizes porque lhes davam secretárias, computadores e quadros didácticos. Nós não podíamos dar nada disso, mas demos know-how e confiança, que se revelaram fundamentais.

    O Afeganistão foi um teatro particularmente exigente que permitiu-nos ver que estávamos no bom caminho, mas, no essencial, em nada mudou as nossas Forças Armadas.


    Em 2005 o senhor era chefe de Estado-Maior do Exército. Que memória guarda da notícia da morte do primeiro-sargento comando Roma Pereira, em Novembro de 2005, e do soldado paraquedista Sérgio Pedrosa, em Novembro de 2007?

    Fui informado da morte do primeiro-sargento Roma Pereira eram seis e pouco da manhã. Informei logo o Almirante Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas [Mendes Cabeçadas] que terá informado o ministro da Defesa [Luís Amado]. Recordo o sentimento doloroso da morte trágica de um jovem, consciente, ao mesmo tempo, de que essa era uma decorrência previsível daquela situação e algo inteiramente ligado à condição militar. O sargento Roma Pereira foi o primeiro militar português morto em combate desde 1975. Já o soldado Pedrosa morreu por via um acidente [de viação] que poderia ter ocorrido nas ruas de Lisboa, o que não deixaria de ser igualmente trágico porque se trata da perda de uma vida jovem.

    Qual era, à partida, isto é com o envio de comandos e paraquedistas para cenários de combate no sul do Afeganistão, o número de baixas estimadas pelas Forças Armadas Portuguesas?

    A estimativa de baixas em campanhas militares não é feita numa base pseudo-científica, mas numa base profundamente empírica, assente naquilo a que chamamos a história da campanha. Ora, não havia história daquela campanha pelo que nem sequer tínhamos uma base referencial empírica para poder estimar baixas.

    É claro que os responsáveis políticos e militares admitiam que poderia haver baixas, mas felizmente tivemos um nível de baixas reduzidíssimo. Uma baixa é sempre uma baixa, mas a nossa resposta foi o treino e a qualificação das pessoas.


    Sentiu em algum momento que os militares portugueses não estavam motivados a participar nesta missão, sobretudo depois das baixas registadas?

    Não. Antes pelo contrário. A motivação estava quase ao rubro no sentido de honrar a memória dos camaradas que tinham caído. Eles estavam conscientes da missão, sabiam porque é que estavam ali. Perante aquela circunstância, entenderam que deveriam prosseguir a missão, se possível ainda com maior empenho para honrar a memória daqueles que lamentavelmente caíram.
    Como é que se motivavam os militares para combater uma ameaça como o fundamentalismo islâmico as tantos milhares de quilómetros de casa? As forças destacadas recebem suplementos?

    Se as pessoas que vão daqui para Bruxelas recebem porque é que um militar no Afeganistão não há de receber?

    As compensações financeiras são determinantes? Sem estas o nível de entrega e motivação seria o mesmo?

    As questões materiais não são insensíveis a nenhum de nós, excepto para São Francisco de Assis [ironia]. Mas é minha profunda convicção de que não era esse o factor motivador fundamental. Conhecendo o Afeganistão, tendo lá estado, ou mesmo não tendo lá estado, ouvindo os relatos daqueles que já lá tinham estado, duvido, verdadeiramente, de que o dinheiro seja um factor determinante. O espírito de servir o país e os portugueses era muito mais determinante.

    Podíamos ter passado ao lado do Afeganistão?

    Claro que não. Pelo menos de um ponto de vista político e estratégico. Era a maior aposta da NATO e Portugal tinha de lá estar. Além disso, há interesses nacionais directos. Como qualquer outro país ocidental tínhamos uma justa pretensão de combater a ameaça do terrorismo trans-nacional cuja fábrica estava no Afeganistão e nas montanhas do Paquistão, mais a leste.

    Nos últimos 20 anos, nada contribuiu mais para a afirmação da soberania portuguesa do que as nossas três presidências da União Europeia [1992, 2000, 2007], a nossa eleição para o Conselho de Segurança das Nações Unidas [2011-2012] e as diversas missões das forças nacionais destacadas. Nem mesmo o Figo e o Ronaldo projectam tanto a imagem de Portugal além-fronteiras. E ainda assim, no Orçamento do Estado do próximo ano continuamos a ter escassos 52 milhões de euros para a participação de militares portugueses em missões internacionais.
     (Fonte : [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])

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    O avião C 130 da Força Aérea Portuguesa aterrou no início da tarde desta quarta-feira, no aeródromo de São Filipe, na ilha do Fogo, com as duas ambulâncias oferecidas pelo Governo português, no âmbito das ajudas à vítimas da erupção vulcânica. 

    Depois de ter deixado as duas ambulâncias, o C130 seguiu viagem para Dakar (Senegal) com a finalidade de transportar os donativos disponibilizados pela Argentina, constituído por tendas e kits de cozinha.

    As duas ambulâncias estão devidamente equipadas para prestar os primeiros socorros e para transporte de doentes de um centro de saúde para o hospital regional.

    Esta quarta-feira, deverão sair de Angola dois aviões cargueiros com ajuda humanitária, sendo que o de maior porte deverá aterrar na ilha do Sal e outro na Cidade da Praia, de onde os materiais serão encaminhados para a ilha do Fogo, via marítima, já que o aeródromo de São Filipe encontra-se fechado a voos comerciais desde o início da erupção vulcânica. ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])

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