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    ARTIGOS_26 a 28 de agosto de 2014

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    ARTIGOS_26 a 28 de agosto de 2014

    Mensagem por ANASP

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    No âmbito da Operação de combate à imigração irregular no mediterrâneo, "Índalo 2014" da agência da UE "FRONTEX", o NRP Figueira da Foz foi empenhado ontem, dia 26 de Agosto, numa operação de detecção, intercepção e recolha de 18 imigrantes irregulares oriundos do norte de África.

    Durante uma acção de patrulha no Sul de Espanha, cerca das 21h25, foi detectada uma embarcação tipo PATERA, que navegava a cerca de 40 milhas náuticas a oeste do Cabo de Gata, sendo que os 18 ocupantes, presumivelmente de nacionalidade argelina, eram todos do género masculino.

    As buscas decorreram conjuntamente com um helicóptero e uma embarcação do SASEMAR, sendo que os sensores de bordo, RADAR e Sistema eletro-óptico com câmara térmica do Navio foram essenciais na identificação e acompanhamento da embarcação infractora, enquanto se aguardava a chegada ao local dos meios de salvamento.

    Conforme instruções recebidas do Centro de Coordenação em Madrid, O NRP Figueira da Foz efectuou escolta dos meios envolvidos até ao porto de Almeria, onde estes imigrantes irregulares vieram a ser desembarcados pelas 01h35 do dia 27 de agosto. ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])




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    As Forças Armadas Portuguesas, através da Força Aérea iniciam o mês de Setembro com duas missões de elevada importância para a segurança e manutenção da paz internacionais.

    Na Lituânia, vai desempenhar uma missão de vigilância e defesa (air policing) do espaço aéreo dos países bálticos (BAP 14), no âmbito da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). No Mali, vai participar na missão de estabilização que decorre sob comando das Nações Unidas (MINUSMA).

    O contingente na Lituânia é composto por seis aeronaves F-16 e por 70 militares. Este destacamento, com a duração de quatro meses, tem como objectivo garantir a segurança do espaço aéreo dos três países bálticos (Estónia, Letónia e Lituânia), os quais não dispõem de meios aéreos que assegurem a execução desta missão. A partir do próximo dia 1 de Setembro, Portugal será a nação líder desta missão no Báltico. 

    O contingente no Mali, para além de dois militares colocados no Estado-Maior da missão, é composto por uma aeronave C-130 e por 47 militares (41 da Força Aérea e 6 do Exército) que durante três meses vão desempenhar uma missão de apoio fundamental para o processo de paz naquele país. ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.])




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    A 28 de Agosto de 1797, a Rainha D. Maria I, criou a Brigada Real de Marinha. 

    A Brigada Real da Marinha (BRM)  foi um corpo de tropas da Marinha Portuguesa, vocacionado para guarnecer a artilharia das embarcações de guerra, e actuar como infantaria de desembarque, e manter os apetrechos navais. A BRM foi criada em 1797 e extinta em 1832. Sendo um dos antecessoras dos actuais Corpo de Fuzileiros


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    A missão portuguesa da Força Aérea na República Centro-Africana (RCA) está posta de parte. Anunciada em Janeiro, com data marcada de partida em maio e depois cancelada, a participação de Portugal na operação da União Europeia está agora fora dos planos de Portugal.

    O destacamento da Força Aérea que parte esta sexta-feira para o Mali é aquele que estava em treinos para ir para a República Centro Africana no dia 20 de Maio, confirmou o Observador. Trata-se de um C130 e 47 militares da esquadra 501. Neste momento, a Força Aérea não tem quaisquer meios operacionais em treino para enviar para missão na RCA.

    Segundo o Ministério da Defesa Nacional (MDN), uma vez que os meios portugueses foram colocados em suspenso após reavaliação das necessidades no terreno pelo comandante da força na RCA, o francês Philippe Pontiès, foi decidido responder “afirmativamente” ao pedido das Nações Unidas para reforçar o contingente no Mali.

    O general tinha enviado uma carta ao ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, cinco dias antes da prevista partida dos militares portugueses a comunicar que já não precisava da ajuda portuguesa. Em Junho, Pontiès garantia que a missão militar da União Europeia na República Centro-Africana tinha atingindo a sua total capacidade operacional. Segundo o MDN, uma eventual participação só poderá ocorrer agora no “período de retracção” da força internacional, não havendo quaisquer certezas de que o comando da União Europeia no terreno a solicite.

    Portugal foi um dos primeiros países a anunciar disponibilidade para integrar a missão da União Europeia naquele país. “Portugal acompanha com preocupação a deterioração da situação humanitária e securitária na República Centro Africana [e] apoia a preparação de uma operação militar, no quadro da política comum de segurança e defesa da República Centro Africana”, afirmou em Janeiro o ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete. Ainda nesse mês, numa intervenção no anual Seminário Diplomático, o ministro tinha estabelecido o norte de África como prioridade da política externa portuguesa.

    A missão na RCA que agora abortou começou envolta em polémicas. As primeiras notícias davam conta de que o Governo queria enviar militares da GNR e de que estes, aliás, já estavam em treinos. O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, chegou a dar ordens ao então comandante-geral para parar a instrução.

    No Mali, Portugal tinha até agora 13 militares. Em Março, já depois do compromisso com a República Centro-Africana, tinham sido enviados cinco que se juntaram aos sete que já lá estavam.

    A Força Aérea recebeu ordens para preparar a nova missão no Mali (que vai durar três meses) depois da autorização dada pelo Conselho Superior de Defesa Nacional e da directiva operacional nº 32 do Estado-Maior General das Forças Armadas, em Julho.

    Actualmente, Portugal tem 377 militares em missões em dez pontos do mundo, incluindo Somália, Kosovo e Afeganistão. As maiores participações são em missões da NATO (Kosovo e Afeganistão). Fonte : [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


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    INTEL


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    [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]By IAN ALLEN | intelNews.org
    Britain should not hurriedly change its laws to counter the perceived danger posed by homegrown militants that have joined the Islamic State, according to the former head of counterterrorism for Britain’s Secret Intelligence Service (MI6). Richard Barrett, a former diplomat, served as Director of Global Counter Terrorism Operations for MI6, Britain’s foreign intelligence agency, and is considered an international authority on counterterrorism. He [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] The Guardiannewspaper that it would be wrong for the British government to introduce legislation effectively criminalizing travel to Iraq or Syria by British subjects. Barrett was responding to a newspaper article by London mayor Boris Johnson, who criticized Britain’s conservative government for not taking active steps to prevent British citizens form traveling to Syria and Iraq in order to join the Islamic State, also known as the Islamic State of Iraq and al-Sham, or ISIS. Johnson [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] he supported calls for British members of the Islamic State to be stripped of their British citizenship, even if that meant they would be left stateless —a violation of United Nations law. The London mayor further suggested that all British citizens travelling to Syria and Iraq without first notifying the government, should be legally considered as having traveled there “for a terrorist purpose”. He added that the burden should be on them to prove that they were “acting innocently” while abroad. But Barrett dismissed Johnson’s proposals, saying that they would cancel age-old principles of British common law and could potentially criminalize British citizens who traveled to the Middle East for legitimate purposes. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
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    Terrorism as Theater

    By [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    The beheading of American journalist James Foley by the Islamic State in Syria and Iraq was much more than an altogether gruesome and tragic affair: rather, it was a very sophisticated and professional film production deliberately punctuated with powerful symbols. Foley was dressed in an orange jumpsuit reminiscent of the Muslim prisoners held by the United States at Guantanamo Bay. He made his confession forcefully, as if well rehearsed. His executioner, masked and clad in black, made an equally long statement in a calm, British accent, again, as if rehearsed. It was as if the killing was secondary to the message being sent. 

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    The killing, in other words, became merely the requirement to send the message. As experts have told me, there are more painful ways to dispatch someone if you really hate the victim and want him to suffer. You can burn him alive. You can torture him. But beheading, on the other hand, causes the victim to lose consciousness within seconds once a major artery is cut in the neck, experts say. Beheading, though, is the best method for the sake of a visually dramatic video, because you can show the severed head atop the chest at the conclusion. Using a short knife, as in this case, rather than a sword, also makes the event both more chilling and intimate. Truly, I do not mean to be cruel, indifferent, or vulgar. I am only saying that without the possibility of videotaping the event, there would be no motive in the first place to execute someone in such a manner. 

    In producing a docu-drama in its own twisted way, the Islamic State was sending the following messages:


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    UNIDOS PELO SECTOR
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      Data/hora atual: Qua 13 Dez 2017, 12:55