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    Jornal do Caminhos de Portugal

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    comandante

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    Reputação : 3
    Data de inscrição : 18/07/2009
    Idade : 38
    24112009

    Jornal do Caminhos de Portugal

    Mensagem por comandante

    CAMINHOS DE PORTUGAL


    PCP quer reintegração de
    trabalhadores de empresa
    de segurança

    O PCP quer que os 18 trabalhadores da empresa ICTS Portugal - Consultadoria de Aviação
    Comercial sejam reintegrados, depois terem despedidos por alegadamente terem feito greve,
    noticou esta sexta-feira a rádio Açores TSF.
    Os trabalhadores que prestavam serviço nos aeroportos geridos pela ANA, afectos ao STAD -
    Sindicato de Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância e Actividades Diversas terão
    aderido à greve de 13 e 14 de Agosto passado.
    O deputado comunista Aníbal Pires defende a intervenção do Governo Regional para a
    readmissão dos trabalhadores.
    A exigência por parte do Governo em fixar serviços mínimos nos dois dias de grevetambém
    causa estranheza ao deputado que quer saber com que legitimidade jurídica interviu.
    O PCP já enviou ao Governo Regional um requerimento para esclarecer estas questões.

    CDU CONSIDERA: Plano e
    Orçamento para 2010
    falham no essencial

    A CDU considera que o Plano e Orçamento para 2010 propostos pelo Governo Regional
    continuam ser dar resposta a um conjunto de questões essenciais para os açorianos e para o
    desenvolvimento da Região. Ao contrário das expectativas criadas, o emprego e o investimento
    público nos sectores produtivos não têm a tradução, quer nas medidas quer, nos recursos
    financeiros que lhe são afectos, como o discurso oficial fazia crer. Afinal, as prioridades ao
    emprego e ao investimento público que têm vindo a ser anunciadas, não passam disso mesmo:
    anúncios e propaganda.
    As opções e prioridades consagradas nestes documentos demonstram a incapacidade do
    Partido Socialista de se adaptar aos complexos tempos de crise que vivemos, bem como a sua
    falta de visão de um modelo de desenvolvimento diferente, um modelo sustentável e
    socialmente mais justo.
    De facto, perante as dificuldades da produção regional e o estrangulamento da criação de
    riqueza nos Açores, o que o Governo propõe é a continuidade, diria mesmo o aprofundamento,
    das políticas que visam o desmantelamento no sector produtivo.
    Perante a quebra dos rendimentos e consequente retracção do consumo, o Governo continua a
    não indicar medidas que possam aumentar, de forma directa, o rendimento disponível dos
    açorianos, bem como reduzir os custos de contexto do nosso mercado interno.
    Perante a progressão cavalgante do desemprego, o governo reduz as verbas destinadas aos
    programas de emprego e nada apresenta para o fomento e defesa do emprego.
    Perante a necessidade da repartição socialmente equilibrada das dificuldades mas também
    dos rendimentos, o que o Governo propõe são sacrifícios para os mesmos!
    Apesar de assumir a necessidade de revitalizar a nossa economia, estimulando a produção e o
    comércio de bens e serviços, a verdade é que, para além de não se vislumbrarem medidas e
    investimentos decisivos, como seriam, por exemplo, a redução significativa dos custos dos
    transportes marítimos e aéreos, continuam, ao invés disso, a direccionar-se milhões e milhões
    de euros para a cessação da actividade agrícola e piscatória e para o resgate leiteiro!
    Apesar de uma proclamada “prioridade ao emprego”, a verdade é que esta parece estar muito
    mais em termos de princípio geral do que propriamente em medidas concretas de eficácia
    atestada. O emprego era já a questão prioritária em 2009, sem que se tenham sentido
    quaisquer consequências palpáveis em termos de resultados, bem pelo contrário. Para piorar
    a situação, os programas específicos para esta área apresentam uma acentuada redução
    comparativa no investimento previsto, relativamente ao ano anterior.
    Continuam a não se vislumbrar políticas que, para além de fomentarem a criação de emprego,
    possam proteger o emprego já existente. Faltam as medidas para combater as dificuldades das
    pequenas e médias empresas, que constituem o essencial do tecido empresarial da Região.
    Mas faltam, também, acções concretas destinadas a combater a pressão que a actual crise
    coloca sobre os rendimentos e sobre os direitos dos trabalhadores açorianos. De facto,
    assistimos nos últimos tempos a um ataque cerrado aos direitos dos trabalhadores nos
    Açores, como se fossem estes os responsáveis pela situação desastrosa a que chegámos.
    Trata-se, de facto, de um ataque concertado e em múltiplas frentes, que se manifesta, por
    exemplo, no despedimento dos trabalhadores da vigilância aeroportuária da empresa ICTS,
    por terem exercido legalmente o seu direito à greve – um processo, aliás, onde o Governo
    Regional não está isento de culpas.
    Mas, manifesta-se também pela introdução na Região dos processos de Lay-off, como sucede
    no Hotel das Furnas em São Miguel, sobre o qual a Representação Parlamentar do PCP irá
    questionar o Governo, no sentido de avaliar da legalidade e transparência do processo, bem
    como do integral respeito pelos direitos dos trabalhadores envolvidos, a quem queremos
    expressar a nossa solidariedade.
    E, por fim, manifesta-se, perante a generalização do trabalho precário, do contrato a prazo e
    do recibo verde, que se tornaram a regra absoluta no nosso mercado de trabalho.
    Mas, não satisfeitos, os empresários, pela voz da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta
    Delgada, vêm propor o fim do acréscimo regional ao salário mínimo. Vale a pena perguntar ao
    Professor Mário Fortuna se, já que considera justo que se elimine o complemento ao salário
    mínimo, não seria então também justo acabar com a redução das taxas do IRC de que gozam
    as empresas na Região, pois como todos sabemos quer uma quer outra medida se articulam e
    foram aprovadas na mesma legislatura (1996-2000).
    Perante este cenário e para estes problemas, o Governo, resolve deixar na gaveta o Plano de
    Combate ao Trabalho Precário, Subemprego e Trabalho Ilegal, proposto pelo PCP, reduzindolhe
    drasticamente as verbas e não manifestando a mínima intenção de o concretizar.
    Perante isto, o Governo continua a não dotar dos meios necessários a Inspecção Regional do
    Trabalho, no qual o investimento directo da Região é zero!
    Este é um Plano e Orçamento que corresponde às opções que o Partido Socialista tem
    adoptado nos últimos anos, com os resultados que estão à vista. Para os problemas que
    enfrentamos, a receita proposta é a de “mais do mesmo”. Uma receita com a qual não estamos
    de acordo, consignada em documentos que, tal como estão, não poderão receber o nosso aval.
    No entanto, a CDU, através da Representação Parlamentar do PCP não deixará, responsável e
    construtivamente, de apresentar propostas concretas que possam contribuir para inverter
    este rumo e dar resposta a alguns dos problemas mais agudamente sentidos pelos açorianos
    de todas as ilhas, procurando assim contribuir para minorar os efeitos da crise – que não é
    meramente psicológica como por vezes nos querem impingir – mas também minimizar os
    efeitos das opções políticas que o PS Açores tem vindo a adoptar.

    Negócio das empresas de
    segurança privada cresceu
    quase 10 por cento o ano
    passado

    é um negócio que continua em franco crescimento também este ano. As empresas afirmam
    que o aumento da criminalidade e da violência leva cada vez mais famílias a investirem em
    sistemas de videovigilância.
    Video em :
    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Vigilantes da Carris
    agredidos nos bairros mais
    problemáticos de Lisboa

    São cerca de 30 seguranças que a empresa tem em serviço, fazendo também a fiscalização dos
    títulos de transporte, actividade que gera dúvidas de legalidade. São agredidos com
    frequência, em especial nas zonas mais problemáticas.
    Os cerca de 30 vigilantes privados que estão a desempenhar "ilegalmente" a actividade de
    fiscais na Carris, segundo denuncia a Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada
    (ANASP), vêm sendo alvo de constantes agressões nos bairros mais problemáticos de Lisboa.
    O facto de não estarem habilitados a fazerem o serviço e não poderem usar arma explica o
    permanente risco a que os profissionais estão sujeitos, diz o presidente da ANASP, Ricardo
    Vieira.
    Este responsável alerta que também a Fertagus, a concessionária do comboio da Ponte 25 de
    Abril, está a recorrer a mais de 20 agentes privados para fazerem a fiscalização. As empresas
    de transportes dizem que estão legais, mas o Governo também tem dúvidas.
    "Estes agentes estão a autuar eventuais infractores sem estarem habilitados para isso",
    assegura Ricardo Vieira. Para o dirigente, a lei que regulamenta a profissão é clara, não
    prevendo que a fiscalização possa ser feita por agentes de segurança privada, tendo as
    próprias empresas de transportes a responsabilidade de dotar os seus quadros com os
    respectivos fiscais, devidamente ajuramentados pelos governos civis. Um passo que a lei não
    contempla para vigilantes privados, afirma Ricardo Vieira.
    "Nunca ninguém agarrou nisto a sério, porque se está a mexer com muitos interesses",
    sustenta, aludindo aos cerca de 600 a 700 euros mensais que estes profissionais auferem. "Se
    fossem os fiscais do quadro ganhavam mais de mil euros", refere, acrescentando ainda que os
    cerca de 60 vigilantes distribuídos pela Carris e Fertagus estão a desempenhar funções que
    nada têm que ver com a sua actividade.
    "A categoria deles é vigilante de segurança privada e deviam usar um uniforme com cartão
    identificativo. Mas limitam-se a apresentar um cartão de fiscal, o que também é contra a lei,
    porque são obrigados a usar um cartão de segurança privada. Às vezes abordam as pessoas e
    depois há problemas graves de violência", revela o presidente da ANASP, garantindo que nos
    últimos tempos se têm avolumado as queixas de agressões por parte dos associados de Lisboa.
    "Como os fiscais da Carris estavam fartos de levar porrada, deixaram de ir a alguns bairros,
    como Chelas, onde tem havido vários episódios complicados, eles mandam estes vigilantes,
    que têm de se sujeitar a tudo para manterem o emprego", insiste, recordando como em
    Espanha o regime jurídico contempla o uso de arma desde que um vigilante esteja
    ajuramentado.
    Tanto a Carris como a Fertagus garantem que os fiscais estão em conformidade com a lei,
    tendo sido ajuramentados pelos governos civis de Lisboa e Setúbal. Contactada pelo DN, a
    administração da Carris assegura não ter admitido quaisquer profissionais, "mas
    simplesmente celebrou um contrato de prestação de serviços de fiscalização e controlo de
    títulos de transporte para reforço daquela actividade que era, e continua sendo, executada por
    pessoal da Carris". Este contrato surgiu na sequência de um concurso público internacional
    em 2007, dirigido a empresas do ramo da segurança privada, tendo concorrido três firmas,
    saindo vencedora a Strong - Segurança, S.A.
    Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Ferroviários, a questão foi ainda transversal à própria
    CP, que terá contratado vigilantes a empresas externas com o objectivo de fiscalizar clientes
    nos comboios à entrada das estações da Refer. De resto, os revisores tiveram agendada uma
    greve para o dia 5 de Novembro para protestarem contra o que dizem ser o "trabalho
    precário" na empresa, mas a questão foi resolvida com a administração da empresa.

    Polícia sozinho no hospital
    do Barreiro

    Situação, após as 20h00, desrespeita ordem da
    PSP e já originou agressões
    As Urgências Gerais e Pediátricas do Hospital do Barreiro estão a ser policiadas apenas por
    um polícia a partir das 20h00, ao contrário do que exige a Direcção Nacional da PSP. O
    isolamento já tem gerado situações de violência para com a autoridade, tendo um agente sido
    agredido há uma semana.
    A direcção da PSP é explícita sobre o policiamento gratificado em locais de “especial
    complexidade”. Após as 20h00, é obrigatória a presença de pelo menos dois agentes fardados
    nas missões pagas por entidades externas.
    No hospital do Barreiro, desde há cerca de um ano que esta ordem é desrespeitada. Fonte
    oficial da PSP reconheceu ao CM que isso constitui um desrespeito às ordens mas “entendeuse
    que, por haver segurança privada no hospital e meios de comunicação em caso de
    necessidade, devia colocar-se apenas um agente após as 20h00”.
    O Sindicato Unificado de Polícia (SUP) discorda.

    Ex-Vigilante da ESEGUR já
    tem trabalho

    Tinha sido despedido há cerca de um ano da Esegur, alvo de um processo disciplinar de
    contornos pouco claros, tanto mais que durante todo o tempo em que durou a greve de fome
    levada a cabo pelo vigilante e que serviu sobretudo para denunciar algumas das estratégias de
    R.H. da empresa, nunca se conseguiu obter por parte daquela entidade, um único argumento que
    fosse verdadeiramente convicente, de forma a contradizer as acusações de que era alvo.
    O ex-vigilante TVA da Esegur, Líbano Ferreira, terminou na semana passada a greve de fome
    que manteve durante mais de duas semanas à porta da sede da empresa, tendo recebido agora
    uma oferta de trabalho de uma outra empresa.
    «Já não estava ali a fazer nada», disse em declarações Libano Ferreira à Lusa, salientando que
    o objectivo principal da sua iniciativa, era alertar a opinião pública e as entidades
    responsáveis pelo controlo da actividade de segurança privada, para as práticas em vigor
    naquela empresa.
    Recorde-se que Líbano Ferreira viveu, durante 16 dias, no seu próprio carro, em frente ao
    portão da Esegur, no Prior Velho em Loures, onde trabalhou durante seis anos.

    2 detidos por assalto a
    carrinha de transporte
    valores

    O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da 3.ª Divisão Policial, pelas 11H35 do dia
    de hoje, na Rua Joaquim Paços d’Arcos – Benfica, procedeu à detenção em flagrante delito de 2
    indivíduos, com 36 e 26 anos de idade, por assalto a carrinha de valores.
    Pelas 11h35, na Estrada de Benfica dois indivíduos (um dos detidos), ambos com recurso a
    arma de fogo, roubaram a um funcionário de uma empresa de transporte de valores, dois
    sacos com 5000€ no total, quando o mesmo os carregava de uma dependência bancária para a
    carrinha de transporte. Logo após a consumação do roubo, dois elementos policiais que
    efectuavam patrulhamento apeado na zona, aperceberam-se da acção e encetaram
    perseguição apeada aos suspeitos, vindo a interceptar um deles (de 36 anos) junto à suposta
    viatura de fuga, já na Rua Joaquim Paço d’Arcos, com o saco que continha 3500€, sendo o
    mesmo detido, bem como o condutor daquela viatura, que até ao momento não consta como
    furtada/roubada. O outro suspeito que efectuou o roubo continuou a fuga com o saco de
    1500€, em direcção à Avenida Lusíada, onde efectuou o roubo de uma viatura, com recurso a
    arma de fogo, não sendo o mesmo até ao momento interceptado.
    Foi possível recuperar uma das armas (revólver, calibre por apurar) utilizadas para o assalto,
    bem como uma outra (revólver, calibre por apurar) que se encontrava na viatura de fuga, e
    ainda 3500€ dos 5000€ roubados. Os detidos, sem antecedentes criminais conhecidos, irão
    ser presentes, amanhã, no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa para 1.º Interrogatório
    Judicial e aplicação da medida de coacção.
    PSP – Comando Metropolitano de Lisboa

    Ex-segurança terminou greve
    de fome e ganhou emprego

    O ex-trabalhador da Esegur Líbano Ferreira terminou na semana passada a greve de fome que
    manteve durante mais de duas semanas à porta da sede daquela empresa de segurança
    privada, tendo recebido uma oferta de trabalho de outro empregador
    Contactado pela agência Lusa, afirmou hoje que «já não estava ali a fazer nada», reiterando
    que o objectivo de chamar a atenção para as alegadas práticas erradas da empresa não foi
    integralmente cumprido.
    Líbano Ferreira, que durante 16 dias viveu no carro, em frente ao portão da Esegur, no Prior
    Velho, Loures, trabalhou durante seis anos na empresa no sector do transporte de valores, mas
    foi despedido há cerca de um ano.
    Em tribunal, mantém com a empresa um litígio sobre os motivos do seu despedimento, que
    considera ter sido errado.
    Da greve de fome, além da «solidariedade dos ex-colegas» da Esegur, que diariamente o
    acompanharam no protesto, Líbano Ferreira tirou pelo menos uma consequência positiva.
    «Há três meses que não trabalhava. Enquanto lá estive, tive uma oferta de emprego e hoje
    voltei a trabalhar», disse à Lusa, acrescentando que os 16 dias de fome não tiveram
    consequências sérias em termos de saúde.
    Formação deficiente, utilização de polígrafos, mau processamento de salários e remunerações
    de horas extraordinárias, não cumprimento de normas de segurança e higiene nas viaturas
    estão entre as acusações que Líbano Ferreira faz à empresa.
    A Esegur, contactada diversas vezes pela Lusa, negou sempre as acusações, afirmando que
    cumpre tudo o que a legislação estipula, quer em termos de formação, quer no que toca à
    segurança das viaturas.
    A empresa rejeita ainda as acusações de despedimento ilegal feitas por Líbano Ferreira,
    afirmando que na origem do seu despedimento estiveram «falhas graves» às normas internas
    de funcionamento da Esegur.
    Lusa / SOL

    Trabalhadores da Esegur
    subscreveram um abaixoassinado
    contra "práticas
    ilícitas" da empresa

    Cerca de cinquenta trabalhadores da Esegur subscreveram já um abaixo-assinado contra
    "práticas ilícitas" daquela empresa de segurança privada, acusando-a de não cumprir os
    requisitos de formação e obrigar a testes de polígrafo "sob coacção", o que a entidade nega.
    O abaixo-assinado, a que a agência Lusa teve acesso, é promovido pela Associação Portuguesa
    para a Formação e Qualificação de Segurança e, segundo o seu presidente, António Rebelo,
    destina-se ao "Ministério da Administração Interna e à Direcção Nacional da Polícia de
    Segurança Pública", que tutelam o sector da segurança privada.
    A recolha de assinaturas, que ainda decorre, fez-se ao mesmo tempo que um ex-funcionário,
    Líbano Ferreira, fez greve de fome à porta da sede da Esegur, no Prior Velho.
    A greve de fome, que durou mais de duas semanas, terminou na semana passada. Entre as
    reivindicações de Líbano Ferreira contam-se as que a associação levanta no abaixo-assinado.
    Além de argumentar que a empresa "não está a cumprir as normas dispostas na legislação em
    vigor" sobre as horas de formação, acusação que a Esegur já rejeitou diversas vezes, os
    promotores do abaixo-assinado afirmam que no transporte de valores há também várias
    regras que não estão a ser cumpridas.
    Concretamente, afirmam que a empresa não cumpre as regras sobre entrada de ar exterior
    nos veículos, de blindagem do depósito de combustível e dos pneus e da presença de três
    vigilantes nos transportes de quantias superiores a dez mil euros.
    A associação, que pretende "profissionalizar" o sector da segurança privada, contesta o que
    considera serem "práticas ilícitas", como os funcionários serem, "sempre que as chefias
    entendem", sujeitos a "testes de polígrafo sob coacção".
    Sobre estas acusações, a Esegur já respondeu que "são falsas", argumentando que cumpre a
    legislação em vigor, quer no que diz respeito à formação, quer em termos de segurança dos
    veículos.
    Quanto aos testes de polígrafo, a empresa admite utilizar o aparelho, mas rejeita que os testes
    sejam feitos sob coacção ou sirvam para fundamentar qualquer tipo de procedimento
    disciplinar.
    A recolha de assinaturas, disse António Rebelo, vai continuar no princípio da próxima semana.
    Para já, quarenta e oito funcionários assinaram o documento. Segundo informações da Esegur,
    o quadro de pessoal no transporte de valores tem 538 funcionários.

    ANASP na Assembleia da
    República

    A Anasp - Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada, esteve nos passados dias 10 e
    13 do corrente mês na Assembleia da República, onde manteve encontros com o Partido
    Comunista Portuguès e com o Partido Ecologista "Os Verdes", respectivamente.
    Nessas reuniões, segundo informa aquela associação no seu site, a delegação representativa da
    mesma, transmitiu aos deputados dos dois partidos, a suas principais preocupações e anseios,
    relativamente ao actual estado da segurança privada em Portugal.
    No essencial, foram tema principal destas reuniões, as graves violações dos direitos laborais e
    humanos, cometidos contra os profissionais, tendo ainda sido apresentada, uma proposta
    onde se enumeram alterações, tendentes a melhorar a situação que se verifica no sector da
    segurança privada em portugal.
    A Anasp refere ainda que sentiu da parte dos representantes das duas forças políticas, não só a
    sensibilidade para a problemática em causa, mas também a necessária disponibilidade, para
    apoiar na resolução dos principais problemas que o sector enfrenta.

    Dois assaltantes de carrinha
    de valores detidos pela PSP
    com 3500 dos 5000 euros
    roubados

    Os dois detidos pela PSP por um assalto hoje a uma carrinha de transporte de valores em
    Lisboa tinham na sua posse 3500 dos 5000 euros roubados, estando o restante com o
    assaltante em fuga, segundo a Polícia.
    Em comunicado, o Comando Metropolitano de Lisboa (COMETLIS) refere que a PSP deteve em
    flagrante delito dois dos três assaltantes que hoje de manhã roubaram uma carrinha de
    transportes de valores em Benfica, Lisboa, com recurso a arma de fogo, encontrando-se um
    terceiro em fuga.
    Segundo a PSP, dois homens, ambos com recurso a armas de fogo, roubaram um funcionário
    de uma empresa de transportes de valores, quando transportava dois sacos com um valor
    total de cinco mil euros de uma dependência bancária para a carrinha.

    ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE
    AGENTES DE SEGURANÇA
    PRIVADA DENUNCIA:

    DENUNCIA Á ANASP
    Excelentíssimos Senhores,
    É inaceitável que as relações temporárias e utilitárias que desenvolvemos com as
    máquinas sejam aplicadas ao ser humano. Temos a missão de combater a autoridade agressiva
    dos que ainda não conseguiram compreender o significado da justiça social. Daqueles que
    diariamente tratam os profissionais deste Sector de forma desprezível, torturando-os
    psicologicamente e violando os mais elementares direitos laborais e humanos.
    A Denúncia que se segue é clara, reflecte o ambiente de “terror” vivido por milhares de
    homens e mulheres neste sector.
    Reparem nos pormenores de malvadez requintada, como que esta “nova” categoria de
    Vigilantes “Fiscais” é tratada no ceio de empresas com uma enorme responsabilidade civil!
    Não basta estarem a ser usados à revelia da lei, serem violentados por Gangs, enganados pelas
    empresas para as quais trabalham e ainda são submetidos a estas situações!
    Intervenham por favor!
    DENUNCIA:
    “Boa tarde
    Conforme a nossa conversa telefónica, passo a relatar o sucedido:
    Segundo a transportadora Fertagus recebeu uma denuncia de que algo se tinha passado no dia
    10 de Agosto passado na estação do Pinhal Novo com 2 elementos da brigada de fiscalização
    da qual eu era Chefe de Brigada nesse dia, e achou por bem abrirem um inquérito interno
    liderado por dois funcionários da Fertagus (Sr. Victor Santos Responsável da Areal da
    Formação, D. Paula Matos Técnica Comercial) e um representante da firma de segurança SOV
    da qual sou funcionária (Sr. Pedro Baptista Gestor de Contrato) este ultimo nunca proferiu
    qualquer tipo de acusação ou e pouco entreviu, era um mero assistente no inquérito.
    A meio do mês de Setembro enquanto me encontrava de serviço sou solicitada por um Chefe
    de Grupo para me dirigir à sede da Fertagus sem saber para o que ia dirigi-me de imediato,
    quando chego ao local sou inesperadamente colocada numa sala na presença dos referidos
    senhores, onde sou bombardeada com perguntas sobre o referido dia, estas perguntas quase
    sempre feitas pelo Sr. Victor Santos, durante o interrogatório sou informada com o maior tom
    de ironia e gozo por este Sr. que alguém tinha dito que dois dos elementos da brigada tinham
    tido relações sexuais na casa de banho da estação e que eu ouvi e soube do sucedido, ao qual
    eu neguei visto eu nunca ter ouvido ou presenciado tal situação, e ao qual eu duvidei de tal
    situação por não acreditar que os 2 elementos o pudessem ter feito. Durante 3 horas fui
    pressionada a dizer o que de facto nunca poderia acusar de ser verdade visto não ter
    presenciado nem barulhos nem os ter visto sair da referida casa de banho, fui então ameaçada
    com provas existentes que até hoje nunca me foram mostradas, isto tudo proferido pelo Sr.
    Victor Santos, que dizia que eu estava a mentir nas minhas declarações, além destas ente
    outras como, "não me diga que estes procedimentos entre os fiscais é tão banal que vocês já
    não ligam", durante o tempo que eu estive a ser ouvida a Técnica Comercial D. Paula Matos,
    dirigiu-se a minha pessoa perguntando se sabia o que acontecia aos colaboradores que se
    perdia a confiança neles, claro que a minha resposta foi que sim que poderia ter o meu posto
    de serviço em risco, ao qual a dita Sr.ª confirmou que era mesmo isso, quando acharam que eu
    já nada mais poderia dizer, fui liberada, com a informação de que iria estar novamente
    presente, nada mais me foi dito até ao passado dia 30 de Outubro, em que sou contactada via
    telefone pelo meu supervisor que já não fazia parte da equipa de fiscalização da Fertagus, para
    me apresentar na sede da SOV para ser informada do sucedido.
    No dia 2 de Novembro fui informada pelo Gestor de Contrato Sr. Pedro Baptista que devido ao
    inquérito decorrente na Fertagus o mesmo já tinha sido fechado e que a transportadora, como
    o inquérito tinha sido inconclusivo achou por bem afastar os elementos que estava naquele
    dia na brigada por ter perdido a confiança nos mesmos, tendo dito que não tinha nada a ver
    com o nosso serviço mas sim por as inquirições feitas a todos os envolvidos não baterem
    certo, devido a este triste episódio estou como lhe referi sem posto de serviço e de baixa
    Psicológica devido ao acumular de situações vividas no decorrer do meu dia-a-dia como
    Vigilante” Fiscal”.
    Mais uma vez me coloco ao vosso dispor para qualquer esclarecimento.

    ANASP - Associação Nacional
    de Agentes de Segurança
    Privada "UNIDOS PELO
    SECTOR"

    Numa estratégia de angariação maciça de associados a nível Nacional, e até
    porque o lucro não é nem nunca será o objectivo desta Associação, ficou
    deliberado que a partir do dia 1 de Dezembro de 2009, as cotas mensais passam
    dos actuais 2,50 euros para apenas 1 euro!
    Pelo valor de dois cafés mês, poderemos todos ajudar a dignificar e credibilizar o
    Nosso sector.
    Desta forma a ANASP passa a ser talvez a Associação Nacional com a cota mais
    baixa para os seus associados!
    Preencha a ficha em anexo e devolva via e-mail ou ctt, as incrições que chegarem
    a partir de hoje ouferem ja deste novo valor.
    A Direcção

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    "Quando os ricos fazem a guerra, são sempre os pobres que morrem."
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    avatar

    Mensagem em Ter 24 Nov 2009, 11:11 por agengelica

    Excelente trabalho, parabéns a ANASP continua a sua caminhada em defesa deste sector tão desprotegido.
    Não há palavras para vos agradecer!

      Data/hora atual: Sab 23 Set 2017, 20:01